Luiza Possi expõe ataques que recebe após se converter à fé evangélica: 'Insuportável'
Cantora se converteu, parou de ingerir bebida alcoólica e direcionou sua carreira para o gospel
A cantora Luiza Possi, de 41 anos, resolveu se pronunciar, na quinta-feira, 23, sobre as críticas que vem recebendo por sua conversão. Em meados de 2024, a filha de Zizi Possi anunciou aos seguidores que estava se aproximando da fé evangélica e, em dezembro do mesmo ano, se batizou na religião. Desde então, parou de consumir bebidas alcoólicas, direcionou a carreira para o gospel e mudou sua postura.
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Em vídeo, Luiza Possi expôs algumas críticas recebidas nas redes sociais. Entre os comentários, destacam-se: "Conversão é diferente de enlouquecer", "O nome disso se chama DINHEIRO!", "O problema não é se converter, cada um segue o caminho que quiser. O problema é se converter e virar insuportável, apontando o dedo e condenando os outros. Sempre se achar superior e evoluído" e "Lembro dela fazendo vídeos brincando com garrafa de cerveja kkk, saudades de quando ela cuidava da própria vida".
Após dar espaço aos críticos, a cantora respondeu: "Está vendo? Se você acredita no que falam bem de você, amanhã eles podem estar falando mal. E aí, quem é você quando falam bem e quem é você quando falam mal? As pessoas dizem que a voz do povo é a voz de Deus. A voz de Deus a gente fica bem quietinho para escutar. Deixa eles falarem", disse ela, vestida de azul, em um jardim.
Na legenda da publicação, acrescentou: "Se o elogio te sobe demais, a crítica vai te derrubar na mesma medida. Mas, quando você sabe quem é, nenhum dos dois te define. Nem o aplauso te constrói. Nem a crítica te destrói. No fim, a única voz que não pode falhar é a sua e a da sua intuição".
Relembre
Desde que anunciou sua conversão religiosa, Luiza Possi vem sendo alvo de polêmicas. Em 2025, chamou atenção ao defender um discurso do ex-presidente Jair Bolsonaro e ao se autodeclarar ex-bissexual. Na época, Maria Gadú se pronunciou, afirmando estar surpresa, já que as duas tiveram um relacionamento.
"Eu acho que ela traz um discurso de ex-bissexual, e eu não acredito nisso. Talvez eu não tenha entendido o que quer dizer ser ex-bi. Isso abre espaço para o fundamentalismo, para algo que causa muito mal-estar na nossa comunidade, que é a 'cura gay', baseada nesse tipo de discurso. Tudo bem, são escolhas, mas eu não queria ficar quieta — não fiquei, e acabou também", afirmou Gadú, em declaração à Quem.
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