Lívia Andrade e Marcos Araújo disputam hotel de luxo em SC após pane aérea; veja fotos
Imóvel comprado após pouso de emergência é pivô de batalha judicial que envolve acusação de violência patrimonial e bloqueio de R$ 5 milhões
A polêmica separação entre a apresentadora Lívia Andrade e o empresário Marcos Araújo, dono da Audiomix, ganhou novos desdobramentos envolvendo uma disputa patrimonial milionária. Em meio a um processo que inclui registros de ocorrência por assédio sexual, violência doméstica, perseguição e violência patrimonial, Lívia tenta reaver bens adquiridos durante a união. Entre os itens citados estão R$ 5 milhões de sua conta bancária, que ela alega terem sido retirados pelo ex, e propriedades exclusivas como um hotel de luxo localizado na Serra Catarinense.
A aquisição do empreendimento ocorreu em um contexto dramático em junho de 2025. Na época, o ex-casal sobreviveu a um pouso de emergência após uma pane no avião particular de Marcos Araújo. Como forma de superar o trauma do incidente, a apresentadora decidiu adquirir o hotel que ficava vizinho ao local do pouso forçado. Logo após a compra, Lívia passou a comandar reformas na propriedade, mas atualmente afirma estar impedida de acessar o local por ordens do empresário.
O imóvel em questão é o Hotel Curucaca, situado em Bom Retiro, Santa Catarina, em uma região conhecida como o Portal da Serra. A propriedade conta com uma estrutura rústica construída em 2009, composta por cabanas, salas com lareira, restaurante e um piano antigo. O refúgio de luxo ainda oferece um spa com banho turco e hidromassagem, além de um terraço externo com piscina e ofurô debruçado sobre a natureza exuberante da região, com diárias que custam cerca de R$ 1 mil.
Antes do rompimento, Lívia Andrade chegou a utilizar o espaço para eventos pessoais, como festas à fantasia e celebrações de aniversário. Agora, o local é um dos pontos centrais da briga na Justiça. Procurados para comentar o registro de ocorrência e a disputa pelo patrimônio, tanto a artista quanto seu ex-marido não se manifestaram até o fechamento desta reportagem.