Jogadores brasileiros têm algo que vale mais do que a beleza padrão vista na Copa
Existe uma característica tipicamente 'made in Brazil' capaz de ofuscar os maiores galãs do futebol
Os nossos jogadores são bonitos ou ogros?
Essa discussão divide as redes sociais e as arquibancadas dos estádios.
No ranking dos maiores galãs da Copa 2026 estão o português Pedro Neto, o sueco Lucas Bergvall, o iraniano Mílad Mohammadí e o croata Joško Gvardiol, entre outros.
Eles parecem modelos saídos de um anúncio da Armani ou de um desfile da Ralph Lauren.
Destacam-se pela simetria facial, os traços marcantes e a pele bem-cuidada.
Mas e os brasileiros?
A única unanimidade é o goleiro Alisson Becker, que se destaca pela aparência europeia clássica: branco, germânico, olhos verdes, 1,93m de altura.
E Neymar, Endrick, Vini, Danilo, Matheus Cunha?
Eles estão longe do padrão mais admirado.
Porém, há quem elogie a fisionomia rústica, os lábios volumosos, os infinitos tons de parditude e negritude.
A Seleção Brasileira é um retrato da diversidade de seu povo: a miscigenação entre brancos, pretos, indígenas, árabes, asiáticos e outros perfis étnicos.
Nossos craques provam que não existe um jeito único de medir a beleza masculina.
E eles têm algo único que nenhum gringo, por mais explicitamente bonito que seja, consegue copiar: o molho, o gingado, a marra, o borogodó, a resenha.
Nisso, os jogadores brasileiros são campeões insuperáveis.
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