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Já? Robinho tem a pena reduzida e deve deixar a prisão mais cedo

Cumprindo pena em Tremembé, Robinho tem pena reduzida e deve deixar a cadeia mais cedo do que se imaginava

16 jan 2026 - 18h13
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Uma decisão recente da Justiça paulista trouxe uma atualização no cumprimento da pena de Robinho, ex-atacante com passagem marcante pelo Santos e pela Seleção Brasileira. Condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo ocorrido na Itália, o ex-jogador teve parte de sua sentença abatida, o que antecipa, ainda que de forma limitada, a previsão de saída do sistema prisional. A medida foi oficializada nesta quarta-feira (14/1) e gerou ampla repercussão no meio jurídico e esportivo.

Já? Robinho tem a pena reduzida e deve deixar a prisão mais cedo
Já? Robinho tem a pena reduzida e deve deixar a prisão mais cedo
Foto: Mais Novela

Atualmente detido no Centro de Ressocialização de Limeira, no interior de São Paulo, Robson de Souza teve reconhecidos 160 dias de remição. A decisão foi registrada em despacho judicial: "Declaro remidos 160 dias de pena do condenado Robson de Souza, recolhido no Centro de Ressocialização de Limeira". Segundo a defesa, o abatimento está diretamente ligado à participação do ex-atleta em atividades educacionais e laborais durante o período de encarceramento, o que é previsto na legislação brasileira.

Entenda o motivo da redução

O advogado Mário Rossi Vale explicou que não se trata de privilégio, mas de aplicação da lei: "A redução da pena no processo de execução do Robinho não se deu por benefício excepcional, mas pelo reconhecimento legal de 160 dias de remição, conquistados por meio de estudo e trabalho realizados durante a execução da pena, nos termos da Lei de Execução Penal". Com isso, a previsão de término da pena, que inicialmente seria em março de 2033, pode ser antecipada para o fim de 2032.

O caso remonta à madrugada de 22 de janeiro de 2013, quando o então jogador do Milan foi acusado de participação em um estupro coletivo ocorrido na boate Sio Café, em Milão, envolvendo uma jovem de origem albanesa. A sentença tornou-se definitiva em 2022, após a rejeição de recursos pela Corte de Cassação de Roma. Em março de 2024, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) validou a execução da condenação no Brasil, determinando o início do cumprimento da pena no país.

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