Influencer causa choque ao transformar cadela morta em 'peça de exposição' dentro de casa
Influencer afirma que decisão foi motivada por amor, mas atitude foi considerada perturbadora por internautas
Chloe Chung, de 31 anos, tornou-se alvo de forte indignação nas redes sociais após revelar que manteve o corpo de sua cadela morta em uma caixa de vidro na sala de casa. A influencer contou que submeteu o animal ao processo de liofilização, um método extremo de conservação que remove a água por sublimação, sob vácuo e baixas temperaturas, preservando a estrutura do corpo.
Em uma publicação que rapidamente viralizou, Chloe mostrou aos seus cerca de 140 mil seguidores o resultado do procedimento. No vídeo, ela sobe em uma pequena escada, abre a caixa de vidro e retira o corpo rígido da cadela, que aparece com os olhos abertos e aparência de ainda estar viva. Sorridente, a influencer segura o animal diante da câmera e chega a fazer uma breve dança, o que intensificou a revolta dos internautas.
Segundo Chloe, a decisão foi motivada por um vínculo emocional profundo. "Essa foi uma decisão extremamente difícil para mim, porque ela era minha alma gêmea canina. Não foi algo que eu tenha feito de forma leviana e estou feliz que tudo tenha dado certo. Isso não foi taxidermia. Ela foi liofilizada", afirmou a influencer, de acordo com o Sun.
Apesar da explicação, a repercussão foi majoritariamente negativa. Muitos usuários classificaram o vídeo como "assustador" e "traumatizante", questionando a exposição do corpo do animal e o tom leve adotado na gravação. Para críticos, o procedimento ultrapassa limites éticos e transforma o luto em espetáculo, especialmente quando compartilhado com milhões de pessoas nas redes sociais.
Até onde vai o amor pelos pets após a morte?
A atitude de Chloe reacendeu um debate delicado sobre como lidar com a perda de animais de estimação. Para muitos, o respeito deve prevalecer mesmo após a morte. "Acho que eu não conseguiria fazer isso com os meus cachorros. Eles merecem dignidade depois que morrem. Eles não são um acessório para desfilar por aí", protestou um internauta.
Outro seguidor destacou o impacto emocional da prática: "Eu não conseguiria fazer isso, chegar em casa toda vez e ver aquele corpo sem vida. Isso me destruiria demais, reabrindo a ferida constantemente. É melhor manter minha cachorra viva na minha memória através de vídeos e fotos, mas não é o tipo de coisa que eu conseguiria fazer com uma vitrine".
Entre críticas e tentativas de compreensão, o caso segue dividindo opiniões e levantando questionamentos sobre até que ponto o apego pode justificar escolhas tão controversas.
Confira:
View this post on Instagram