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Gil do Vigor denuncia preconceito sofrido por sua mãe em supermercado: ‘Revoltado’

Ele compartilhou um relato sobre o caso nas redes sociais; assista

3 ago 2026 - 17h09
(atualizado às 17h24)
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Gil compartilhou sobre o ocorrido em suas redes sociais
Gil compartilhou sobre o ocorrido em suas redes sociais
Foto: Reprodução/Instagram/@gildovigor

O economista e ex-BBB Gil do Vigor denunciou um caso de preconceito sofrido por sua mãe, Jacira Santanna, em um supermercado. Sem dar detalhes sobre onde teria acontecido a situação, ele compartilhou o relato em suas redes sociais no domingo, 2. Por mais que tenha ficado indignado e revoltado por terem mexido com sua mãe, como pontuou, ele afirmou que agora está tudo resolvido e falou sobre a importância de que ciclos de violências do tipo sejam quebrados.

“Eu pedi para minha mãe comprar um vinhozinho, ela foi no mercado comprar um vinho. Ela estava sem os óculos, ficou ali perguntando o preço das coisas, e simplesmente a mulher mandou a mãe olhar lá atrás, que também tem outros vinhos. E minha mãe falou: ‘Mas, moça, isso aqui eu tenho certeza que é vinho’. E ela falou: ‘É porque aqui são os preços mais elevados”, contou Gil.

O ex-BBB disse que ficou chateado e que “ia dar um baile”, mas que sua mãe pediu para ele evitar conflito. Mas, depois, ele foi ao local falar com a gerência sobre a situação.

“Talvez a mulher não teve maldade, e eu acredito que exista essa possibilidade. Porque, talvez, isso já aconteceu com ela muitas vezes e ela já fez isso com tantas outras pessoas que, talvez, para ela, aquilo seja normal. Então, por isso, é importante voltar e conversar na educação para quebrar esse ciclo”, pontua.

Gil explica que tudo correu de forma tranquila, que o gerente foi gentil com ele e sua mãe. “O caso da minha mãe é um caso pequeno. Me deu raiva porque é minha mãe. Mas é um caso pequeno. Mas nós temos casos no Brasil acontecendo todos os dias, onde pessoas são julgadas por estado social”, aponta.

“Se eu tivesse 50 centavos, eu tenho o direito de chegar na loja da Ferrari e perguntar: ‘Quanto é essa Ferrari?”. Gente, desculpa, não está escrito em nenhum lugar que eu só posso entrar em uma loja se eu tiver dinheiro para comprar, entendeu? Então, tendo dinheiro ou não, é nosso direito ao bom atendimento, a não sermos julgados, a não sermos comparados a nenhum tipo de coisa”, disse Gil, que alerta pessoas que trabalham com o público a tomarem cuidado para não produzirem algum tipo de violência.

Assista:

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Fonte: Portal Terra
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