Gil do Vigor denuncia preconceito sofrido por sua mãe em supermercado: ‘Revoltado’
Ele compartilhou um relato sobre o caso nas redes sociais; assista
O economista e ex-BBB Gil do Vigor denunciou um caso de preconceito sofrido por sua mãe, Jacira Santanna, em um supermercado. Sem dar detalhes sobre onde teria acontecido a situação, ele compartilhou o relato em suas redes sociais no domingo, 2. Por mais que tenha ficado indignado e revoltado por terem mexido com sua mãe, como pontuou, ele afirmou que agora está tudo resolvido e falou sobre a importância de que ciclos de violências do tipo sejam quebrados.
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“Eu pedi para minha mãe comprar um vinhozinho, ela foi no mercado comprar um vinho. Ela estava sem os óculos, ficou ali perguntando o preço das coisas, e simplesmente a mulher mandou a mãe olhar lá atrás, que também tem outros vinhos. E minha mãe falou: ‘Mas, moça, isso aqui eu tenho certeza que é vinho’. E ela falou: ‘É porque aqui são os preços mais elevados”, contou Gil.
O ex-BBB disse que ficou chateado e que “ia dar um baile”, mas que sua mãe pediu para ele evitar conflito. Mas, depois, ele foi ao local falar com a gerência sobre a situação.
“Talvez a mulher não teve maldade, e eu acredito que exista essa possibilidade. Porque, talvez, isso já aconteceu com ela muitas vezes e ela já fez isso com tantas outras pessoas que, talvez, para ela, aquilo seja normal. Então, por isso, é importante voltar e conversar na educação para quebrar esse ciclo”, pontua.
Gil explica que tudo correu de forma tranquila, que o gerente foi gentil com ele e sua mãe. “O caso da minha mãe é um caso pequeno. Me deu raiva porque é minha mãe. Mas é um caso pequeno. Mas nós temos casos no Brasil acontecendo todos os dias, onde pessoas são julgadas por estado social”, aponta.
“Se eu tivesse 50 centavos, eu tenho o direito de chegar na loja da Ferrari e perguntar: ‘Quanto é essa Ferrari?”. Gente, desculpa, não está escrito em nenhum lugar que eu só posso entrar em uma loja se eu tiver dinheiro para comprar, entendeu? Então, tendo dinheiro ou não, é nosso direito ao bom atendimento, a não sermos julgados, a não sermos comparados a nenhum tipo de coisa”, disse Gil, que alerta pessoas que trabalham com o público a tomarem cuidado para não produzirem algum tipo de violência.
Assista:
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