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Foto em passaporte 'não faz sentido', diz amigo de Eliza Samudio: 'Eu me lembro'

Um amigo de Eliza Samudio diz que a foto que aparece no passaporte encontrado em Portugal 'não faz sentido'

6 jan 2026 - 21h27
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A reaparição inesperada de um documento ligado a um dos crimes mais emblemáticos do país voltou a provocar espanto. Um passaporte pertencente à modelo Eliza Samudio foi localizado dentro de um apartamento em Portugal e entregue ao Consulado-Geral do Brasil em Lisboa por um dos moradores do imóvel. O achado, revelado com exclusividade pelo Portal Leo Dias, rapidamente ganhou repercussão e levantou dúvidas sobre como o documento sobreviveu ao tempo e às circunstâncias que envolveram o assassinato da jovem.

Foto em passaporte 'não faz sentido', diz amigo de Eliza Samudio: 'Eu me lembro' / Reprodução
Foto em passaporte 'não faz sentido', diz amigo de Eliza Samudio: 'Eu me lembro' / Reprodução
Foto: Mais Novela

Segundo o relato do inquilino, o passaporte estava guardado em uma estante, misturado a livros, sem qualquer indicação de quem o teria deixado ali. O consulado brasileiro confirmou o recebimento do material, informou o Itamaraty e aguarda orientações sobre os próximos passos. Procurada, Sônia Fátima Moura, mãe de Eliza, preferiu não comentar. Familiares, no entanto, demonstraram surpresa, pois acreditavam que todos os documentos da modelo haviam sido destruídos após o crime.

Lacunas, dúvidas e novos questionamentos

Uma pessoa próxima à vítima afirmou ao jornal EXTRA ter certeza de que Eliza Samudio estava grávida na foto do passaporte: "Eu me lembro dessa foto, Eliza estava bochechuda por causa da gravidez. Para mim, não faz sentido estar num documento de 2007". A informação reforça as inconsistências, já que o documento foi emitido em 2006 e registra apenas uma entrada em Portugal, em maio de 2007, sem carimbos de saída ou novos destinos.

O homem que encontrou o passaporte, identificado apenas como José, disse ter ficado em choque ao reconhecer o nome. Em entrevista, afirmou: "Eu prefiro não falar nada, deixar para as autoridades investigarem para não ser injusto com ninguém". Ele ainda ponderou: "Não é possível que alguém vá entrar em Portugal com o passaporte de uma pessoa que teve um homicídio tão grande".

Eliza Samudio desapareceu em 2010 após exigir judicialmente que Bruno Souza reconhecesse a paternidade de seu filho. As investigações apontaram que ela foi assassinada em Minas Gerais, em um crime planejado para silenciá-la. Condenado em 2013, Bruno recebeu liberdade condicional em 2023. Agora, o reaparecimento do passaporte reacende feridas antigas e reforça que, mesmo anos depois, a história ainda guarda perguntas sem resposta.

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