Final explicado de 'Monstro: A História de Ed Gein': entre ficção e realidade, série da Netflix termina com detalhe perturbador que 'explica' mente do criminoso
O que foi verdade e o que foi ficção no final de 'Monstro: A História de Ed Gein'? Entenda tudo o que aconteceu na série TOP 1 da Netflix
Depois de 'Monstro: A História de Jeffrey Dahmer' e 'Monstros: A História de Lyle e Erik Menendez', a terceira temporada da antologia 'Monstro', criada por Ryan Murphy e Ian Brennan, traz um dos casos mais grotescos da história americana: o de Ed Gein.
Muita gente já tinha se esquecido do assassino e ladrão de túmulos cuja mente doentia inspirou clássicos do terror como 'Psicose', 'O Massacre da Serra Elétrica' e 'O Silêncio dos Inocentes', mas, com Charlie Hunnam no papel principal, 'Monstro: A História de Ed Gein' fez o público relembrar os crimes que chocaram o interior dos Estados Unidos.
Muito mais do que isso, a série TOP 1 da Netflix no momento trouxe também o ambiente familiar sufocante que moldou um dos assassinos mais perversos do século XX.
A origem e barbaridades do monstro
A série começa reconstruindo a infância de Ed em Plainfield, no estado de Wisconsin, Estados Unidos. A cidade pequena, fria e isolada, abrigava Augusta Gein (vivida por Laurie Metcalf), uma mulher extremamente religiosa e controladora, que ensinou aos filhos que o mundo é imoral e que as mulheres são a raiz de todo o pecado.
Ed cresceu reprimido, isolado e dependente dessa figura materna. Quando Augusta morreu, ele desabou e, incapaz de aceitar a perda, o filho passou a ter alucinações nas quais acreditava que a mãe ainda estava viva em casa. Essa fixação evoluiu para uma forma de delírio que o levou a buscar mulheres parecidas com ela: primeiro em cemitérios, depois em assassinatos reais.
O personag...
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