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Ex-Paquitas refletem sobre importância de documentário: 'Os bastidores ninguém sabia'

Em entrevista à Contigo!, as ex-Paquitas Catia Paganote, Roberta Cipriani, Priscilla Couto e Ana Paula Almeida falam sobre sucesso como assistentes de palco

24 fev 2025 - 13h11
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Ex-Paquitas falam sobre importância do lançamento do documentário Pra Sempre Paquitas
Ex-Paquitas falam sobre importância do lançamento do documentário Pra Sempre Paquitas
Foto: Reprodução/Contigo! / Contigo

Em setembro de 2024, o lançamento do Pra Sempre Paquitas sanou uma série de dúvidas que os fãs de Xuxa Meneghel e suas assistentes de palco guardavam há anos. O documentário, do Globoplay, mostrou diversos acontecimentos, revelações e intrigas nos bastidores dos programas e shows realizados desde 1984. Em entrevista à Contigo!, Catia Paganote, Roberta Cipriani, Priscilla Couto e Ana Paula Almeida refletem sobre a importância da produção audiovisual.

"O documentário foi um termômetro para a gente voltar aos palcos e que todo mundo realmente falou: 'Não, pode voltar porque vocês ainda estão aí com tudo em cima. Vai alegrar a vida da gente, que a gente precisa recordar porque recordar é viver'. Então, o documentário mudou nossas vidas sim. Tivemos mais respeito das pessoas (...) A gente não tem mais 20 anos. Cada uma aqui já é mãe, tem sua profissão... Para subir no palco, a gente teve que deixar os nossos, a gente tem que fazer uma agenda para vir para cá, é casa, família, outros trabalhos...", explicou Catia Paganote, mais conhecida como Miúxa.

"A gente conseguiu, depois de anos, colocar para fora o negócio com a Xuxa, porque ela não se despediu direito da gente, porque a gente não foi lá conversar com ela... Então, foi muito importante esse momento com Xuxa também de esclarecimento. Eu acho que foi tão bacana e tão do coração, que a gente até ganhou o prêmio do documentário melhor assistido do streaming, o melhor documentário do ano. Agora, a gente também está concorrendo ao Troféu Imprensa. Que bom, que bacana que a gente conseguiu passar uma mensagem positiva e que a gente está recebendo isso com muito carinho", acrescentou.

Roberta Cipriani, ex-Xiquitita Surfista, ainda explicou que o documentário foi essencial para todas contarem o que estava guardado há anos: "Não só o que a gente viveu, mas a nossa história com a Xuxa também, que a gente não conseguiu... Com a nossa saída, a gente ficou sem uma resposta dela. E tivemos no documentário. Isso eu acho que foi muito bacana. E muitas pessoas falam para mim, me mandam recado: 'Poxa, Roberta, eu não sabia que vocês tinham passado por tudo isso aquilo. Cara, vocês são guerreiras, porque que história'. Todo mundo vê, todo mundo via, aquelas meninas bonitas, dançando todas felizes, dançando certinho, com roupinha, maquiadas e cabelo, maravilhoso. Só que os bastidores ninguém sabia".

"Através do documentário, todo mundo pode saber pelo menos uma parte. Tem muito mais histórias, mas a gente ali conseguiu resumir um pouquinho e mostrar. Foi muito bacana. E essa nossa volta que também foi muito legal. Cada uma já estava na sua vidinha e ai o documentário fez voltar de novo, resgatar, 2005. E é uma coisa que a gente gosta. Tem 20 anos. Meu Deus do céu, não pode falar a idade não, gente", brincou.

"Eu acho que isso demonstra que a história das Paquitas segue muito viva. É algo que eu acho que a gente nem imaginava. Obvio, a gente sempre falava da nossa história com muito orgulho e carinho, a gente sempre vai ter esse orgulho, mas o documentário mostrou a força das Paquitas. Tem muita gente que desacreditava um pouquinho da nossa história e da gente. Isso fez com que mostrasse para algumas pessoas que a nossa história segue muito viva, por isso que a gente está de volta depois de 20 anos", celebrou Priscila Couto, responsável por viver Catuxita.

Ana Paula Almeida, a Pituxita Bonequinha ainda apontou que o documentário Pra Sempre Paquitas resgatou uma série de memórias: "Eu acho que foi muito importante, porque nessa caixinha tinha lugares que elas estavam veladas, escondidas e sem a gente mexer porque doía. Trazia uma memória que a gente ficou sem saber, a gente saiu muito machucadas e tristes, mas a gente queria mexer naquilo ali para ser cicatrizado, curado e liberto. Foi bom por esse lado, porque a gente pode conversar com a Xuxa, falar olhando para ela, ela ouviu nossos áudios, e ela mostrar o quanto ela foi empática e sensível a tudo que nós vivemos (...) Ela tinha uma imagem diferente do que foi acontecido".

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