Duda Freire, amiga de Virginia, se pronuncia após prisão do pai em Goiânia
Após prisão do pai por tráfico de drogas em Goiânia, influenciadora Duda Freire declara: "As atitudes dele não representam quem eu sou"
A influenciadora e modelo Duda Freire, conhecida por ser uma das melhores amigas de Virginia Fonseca, quebrou o silêncio nesta sexta-feira (27) após a prisão de seu pai, o empresário Dyogo Hilario Tocafundo, em Goiânia. Ele foi detido pela Polícia Militar no Setor Marista devido a um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas, expedido em julho de 2025.
Com quase 3 milhões de seguidores nas redes sociais, Duda emitiu um comunicado oficial esclarecendo sua relação com o pai e sua postura diante do caso criminal.
"Lamento muito a situação envolvendo meu pai e, como filha, me solidarizo com o momento difícil que ele está vivendo. Ainda assim, preciso deixar claro que as decisões e atitudes dele são de responsabilidade exclusivamente dele e não representam quem eu sou, meus valores, minha história ou a forma como conduzo minha vida pessoal e profissional", desabafou.
A modelo, que frequentemente aparece em viagens internacionais com Virginia, ressaltou seu foco profissional e pediu respeito à sua trajetória. "Sempre confiei na Justiça, que é o caminho correto para apurar os fatos e esclarecer tudo dentro da lei", afirmou, pedindo o fim de "ataques e associações injustas".
Detalhes da prisão e condenação de Dyogo Tocafundo
Segundo informações do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), o processo contra o pai da influenciadora teve início em 2023. O empresário foi flagrado por policiais militares realizando uma entrega de drogas.
"Conseguimos acompanhá-lo até a sua residência, onde ele foi até sua residência e deixou rapidamente, e continuamos monitoramento ali na Avenida 85, momento em que a gente vê o momento mais oportuno, ele fez a entrega", afirma o relato policial.
Após a abordagem, os agentes encontraram cocaína e cerca de R$ 3,5 mil com o empresário. Na residência de Dyogo, mais substâncias entorpecentes foram localizadas.
Reviravolta no tribunal
Embora tenha sido absolvido em primeira instância por falta de provas sólidas na vigilância policial, o caso teve uma reviravolta em 2025. O Ministério Público de Goiás recorreu e obteve a condenação do empresário.
"As fundadas razões citadas, que autorizavam o acesso dos policiais à residência, sendo válida a prova e todas as demais que dela derivaram", concluiu o relator no julgamento do recurso. Dyogo Hilario Tocafundo foi condenado a 5 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado, além do pagamento de 583 dias-multa.
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