Deborah Secco abre o jogo sobre 'Bruna Surfistinha 2' e reação da filha
Atriz detalha como a filha de 10 anos lida com seus papéis polêmicos e revela que a sequência do longa será mais dramática e difícil que o original
Após 15 anos, Deborah Secco se prepara para reviver um dos papéis mais icônicos de sua carreira. Em entrevista exclusiva ao jornalista Leo Dias nesta quarta-feira (18/3), a atriz compartilhou detalhes sobre a sequência de Bruna Surfistinha e como lida com o impacto de seus trabalhos dentro de casa, especialmente com a filha, Maria Flor, de 10 anos.
Diferente do que muitos podem imaginar, a relação da filha da atriz com a profissão da mãe é pautada pelo entendimento e pela maturidade. Deborah explicou que a pequena sabe diferenciar a pessoa real das personagens interpretadas na tela.
"Ela sabe que a arte existe, que a gente pode botar luz em uns assuntos que não são facilmente debatidos socialmente", afirmou a atriz.
Desafios e Diferenças: A nova Bruna Surfistinha
Deborah enfatizou que interpretar Raquel Pacheco (a Bruna) exige um distanciamento total de sua própria personalidade, mas ressaltou que a beleza da atuação está justamente em explorar essas camadas complexas do ser humano.
"Da mesma forma que eu vou fazer essa personagem agora, que é uma personagem que, eticamente, é muito diferente de mim. Emocionalmente, muito diferente de mim. Psicologicamente, muito diferente de mim. Eu poderia fazer uma personagem maravilhosa também, não muito diferente de mim", explicou.
A atriz também trouxe uma reflexão profunda sobre a natureza humana e a construção de seus papéis:
"Eu não acredito em vilões, somente vilões. Eu acredito em pessoas multifacetadas, com coisas muito mais profundas do que as que a gente consegue acessar. E a arte estaria lá pra isso, pra que a gente possa olhar pra essas pessoas de forma mais profunda."
Quando estreia "Bruna Surfistinha 2"?
Para os fãs ansiosos, a empresária e atriz já adiantou a previsão de lançamento da produção: "No final deste ano".
Apesar da expectativa, Deborah confessa que revisitar a personagem foi um processo intenso e, de certa forma, mais complexo do que em 2011.
Dificuldade técnica: O novo filme exigiu mais do que o primeiro.
Momento de vida: A maturidade da atriz trouxe novas camadas ao papel.
Carga dramática: A sequência promete um tom mais denso.
"Foi difícil de fazer. Foi pior. Foi mais difícil que a primeira. Talvez porque eu esteja num outro momento também, porque eu seja uma mulher muito diferente hoje da mulher que eu era. Mas eu acho esse filme mais dramático, talvez, em algum lugar", concluiu.
Ver essa foto no Instagram