CRIME BRUTAL! Homem mata pai, madrasta, irmãs e o sobrinho de 5 anos
Suspeito de 42 anos matou a família e foi preso poucas horas após o massacre; saiba tudo sobre o crime que chocou a população
Um crime de extrema violência colocou o Bairro Santa Cecília, em Juiz de Fora, no centro das atenções das autoridades mineiras. A Polícia Civil investiga uma chacina ocorrida dentro de um terreno onde membros de uma mesma família viviam, e que terminou com cinco pessoas mortas.
O principal suspeito é um homem de 42 anos, preso poucas horas após os assassinatos. De acordo com a polícia, ele confessou o crime ainda durante a abordagem da Polícia Militar e voltou a admitir a autoria ao prestar depoimento formal na delegacia. Conforme as informações apuradas, o acusado permanece detido e deve responder por cinco homicídios qualificados.
Responsável pela investigação, a delegada Camila Miller afirmou que o comportamento do suspeito chamou atenção durante o interrogatório. Segundo ela, não houve demonstração de arrependimento. Em seu relato, o homem declarou que "fez o que tinha que fazer", o que, na avaliação da autoridade policial, reforça a gravidade do caso.
Entre as vítimas está o pai do acusado, João Batista Fernandes Souza, de 74 anos, pastor evangélico aposentado. Também foram mortas a madrasta, duas irmãs, de 44 e 47 anos, e um sobrinho de apenas 5 anos. Os nomes das demais vítimas não foram divulgados a pedido da família.
As investigações indicam que o crime foi cometido de forma sequencial. Conforme apurado, o homem teria aguardado no portão da residência até que uma das irmãs saísse para o trabalho. A partir desse momento, ele iniciou os ataques utilizando uma faca. Na sequência, a madrasta foi agredida, seguida do pai, que estava deitado em um dos quartos. A outra irmã foi morta na cozinha, enquanto a criança foi encontrada sem vida sobre a cama.
A perícia constatou que a maioria dos ferimentos atingiu regiões do pescoço e do rosto. Durante as diligências, a polícia apreendeu facas táticas e roupas molhadas no apartamento do suspeito, o que levanta a suspeita de tentativa de eliminar vestígios do crime.
Parentes próximos foram ouvidos pelas autoridades e relataram que o comportamento do homem havia mudado nos últimos meses. Ele demonstrava dificuldades de convivência social e instabilidade profissional, embora o contato recente com a família não indicasse conflitos visíveis.
A Polícia Civil informou que, até o momento, não existe laudo médico que comprove qualquer transtorno psicológico. Um eventual exame psiquiátrico dependerá de solicitação judicial. Sendo assim, a motivação do crime segue sob investigação, e o acusado permanece à disposição da Justiça, sem advogado constituído até agora.