Coreografo do Dança dos Famosos de Luísa Sonza e Mariana Xavier é encontrado morto
O professor de 47 anos foi encontrado morto na sexta-feira (9) em Curitiba
O falecimento de Leo Blanco, aos 47 anos, ocorrido na sexta-feira (9/1), em sua residência, em Curitiba, causou grande repercussão no meio artístico. Reconhecido nacionalmente por sua atuação como coreógrafo e professor no Dança dos Famosos, o profissional teve papel relevante na formação e preparação de artistas que participaram do quadro exibido em rede nacional. Até o momento, a causa da morte não foi divulgada pelas autoridades.
Natural de Cascavel, no Paraná, Leo Blanco era formado em Educação Física e iniciou seu contato com a dança ainda na juventude, durante o período escolar. Ao longo da graduação, assumiu a coordenação de companhias artísticas ligadas à universidade, ampliando sua experiência tanto no ensino quanto na criação coreográfica. Posteriormente, consolidou sua carreira na televisão, onde trabalhou como parceiro técnico e artístico de nomes como Mariana Xavier, Luísa Sonza e Lucy Ramos, sendo descrito por colegas como dedicado e comprometido com os processos de ensaio.
Manifestação pública e tema da saúde mental
Entre as homenagens publicadas, destacou-se a mensagem de Mariana Xavier, que relembrou a convivência profissional e pessoal com o coreógrafo. A atriz afirmou: "foi o melhor parceiro que eu poderia ter na realização daquele sonho, que era o dele também", ao mencionar a participação conjunta no programa. Ela também recordou o último encontro entre ambos, ocorrido durante o carnaval de 2025, em Salvador, descrevendo o momento como significativo para os dois.
Na mesma publicação, a atriz fez um apelo voltado à conscientização sobre bem-estar emocional, escrevendo: "Cuidem-se! Conheçam-se, escutem-se, acolham-se, amem-se!". A manifestação buscou transformar a despedida em um alerta coletivo, ressaltando a importância do acompanhamento psicológico e do apoio social. Mensagens de solidariedade à família e aos amigos de Leo Blanco também foram expressas, reforçando o reconhecimento público por sua contribuição à dança e à formação artística. O episódio reacende discussões sobre a necessidade de políticas e práticas efetivas de cuidado com a saúde mental, especialmente em ambientes de alta pressão profissional.