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Como está o filho de Marília Mendonça? Psicóloga analisa saúde de Leo após pedido de guarda

Filho de Marília Mendonça, o pequeno Leo de apenas 5 anos, pode começar a morar com o pai Murilo Huff após pedido de guarda unilateral; veja

24 jun 2025 - 11h40
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O cantor Murilo Huff entrou com um pedido na Justiça para conquistar a guarda unilateral do pequeno Leo, seu filho com Marilia Mendonça. O menino de 5 anos mora atualmente com a avó e mãe da sertaneja, Dona Ruth, em Goiânia (GO), mas pode passar a viver com o artista muito em breve. Em conversa com o portal MAIS NOVELA, a psicóloga especialista em crianças e adolescentes Claudia Melo analisou como essa nova fase pode prejudicar a saúde mental do garotinho.

Filho de Marília Mendonça, o pequeno Leo de apenas 5 anos, pode começar a morar com o pai Murilo Huff após pedido de guarda unilateral; veja
Filho de Marília Mendonça, o pequeno Leo de apenas 5 anos, pode começar a morar com o pai Murilo Huff após pedido de guarda unilateral; veja
Foto: Mais Novela

Troca de guarda e o psicólogo da criança

A profissional começa pontuando a necessidade de acolher o menino com afeto e paciência nesse momento: "Uma mudança como essa pode, sim, trazer algum encolhimento emocional, afinal, ele perde parte da rotina que o fazia se sentir seguro. Por isso, mais importante do que o arranjo formal da guarda é o olhar atento para a singularidade dele, para quem ele é e para o que ele precisa agora. Quando os adultos conseguem estar presentes, com respeito e carinho genuíno, quando se abaixam para falar com ele olho nos olhos, ouvindo sem pressa, ele vai percebendo que continua amado e amparado. Essa relação calorosa e cheia de cuidado será a base para que ele atravesse essa transição sem que isso comprometa a sua segurança emocional".

Crescendo sem a mãe

Melo também analisa como a ausência da mãe em seu crescimento pode prejudicar a saúde emocional de Leo. Segundo ela, a perda da figura materna na fase inicial da vida representa "uma dor profunda e única para cada criança". "Ela deixa um espaço que precisa ser recebido com muito respeito, tempo e ternura. É nesse ponto que a qualidade da relação com os adultos que ficam faz toda a diferença: quando há afeto, generosidade para ouvir a dor, e quando os sentimentos dele são aceitos com cuidado, a criança encontra um caminho para integrar essa perda à própria história", explicou.

A psicóloga reforça a necessidade do restante da família se manter atento ao emocional do garoto: "Um adulto que o escuta sem julgamentos, que olha nos olhos e o enxerga como um ser singular, dá a ele o que ele mais precisa para esse processo: a certeza de que pode sentir, que tem um lugar seguro para se expressar e que, mesmo sem a presença da mãe, o amor permanece perto".

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