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Candidato defende 'banho de sangue' e reação de Tralli e Renata Vasconcellos surpreende

Certo? Candidato Renan Santos deixa apresentadores do 'Jornal Nacional' perplexos durante entrevista na noite de quarta-feira (26); veja!

27 ago 2026 - 09h01
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Resumo
Em sabatina no Jornal Nacional, o presidenciável Renan Santos (Missão) causou forte repercussão ao adotar uma postura incisiva diante de César Tralli e Renata Vasconcellos. O candidato defendeu o desenvolvimento de armas nucleares para o Brasil atingir status de superpotência e pregou guerra aberta contra facções na segurança pública, declarando preferir o "banho de sangue do bandido". Sua estratégia firme garantiu grande visibilidade e dividiu opiniões no cenário político.
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Renan Santos, postulante ao Planalto pelo partido Missão, teve grande repercussão durante sua participação na rodada de sabatinas do Jornal Nacional. Na entrevista exibida nesta quarta-feira (26), o político destacou-se pela postura firme diante dos questionamentos conduzidos pelos jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos.

Reprodução/Globo
Reprodução/Globo
Foto: Mais Novela

Em meio às pressões da bancada, o convidado conseguiu administrar os 40 minutos de transmissão ao seu favor, diferentemente de outros nomes do seu campo ideológico, a exemplo de Ronaldo Caiado e Romeu Zema, que deixaram transparecer certo incômodo na tela da Globo.

O que disse o candidato no JN?

Logo no bloco inicial da sabatina, a discussão sobre soberania do país atingiu tom elevado. Na ocasião, o entrevistado declarou que o desenvolvimento de armas nucleares, incluindo bombas atômicas, precisará entrar na pauta nacional para que o Brasil alcance o status de superpotência global. Diante disso, mesmo sofrendo forte contestação dos apresentadores a respeito das consequências diplomáticas de sua fala, a posição mantida no ar seguiu incisiva.

Declarações contundentes sobre combate ao crime

Além disso, o momento de maior impacto na bancada ocorreu quando a pauta passou para a segurança pública, tema central do debate eleitoral. Ao pregar uma declaração formal de guerra contra facções e defender o confronto direto das forças policiais com criminosos, o discurso causou reações imediatas entre os jornalistas.

"Sei que é difícil ouvir isso mas o brasileiro quer guerra, está cansado de tanto assalto e morte. Prefiro o banho de sangue do bandido do que da vítima!", destacou o candidato no tempo de entrevista na emissora.

Sendo assim, alternando explicações longas em tópicos favoráveis e respostas curtas nos pontos de maior desgaste, a estratégia calculada do presidenciável garantiu repercussão e dividiu opiniões no cenário político.

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