Amiga de Elke Maravilha se revolta com autor da biografia da artista: 'Quanta mentira!'
Uma amiga próxima de Elke Maravilha soltou o verbo contra o biografo Chico Felitti ;que falou sobre a vida da artista
A obra "Elke: Mulher Maravilha", escrita por Chico Felitti e lançada em 2020, voltou ao centro do debate público após recentes declarações do autor sobre os últimos anos de vida de Elke Maravilha. As falas repercutiram negativamente e provocaram reação imediata de pessoas próximas à apresentadora. Entre elas, a advogada e amiga pessoal Solange Maia, que utilizou as redes sociais para rebater informações que considerou equivocadas e ofensivas à memória da artista.
Em um longo desabafo publicado no Instagram, Solange Maia afirmou: "Como espalhar na mídia uma história tão ridícula e falsa? Vamos tomar as devidas providências". Ela ainda se apresentou profissionalmente e reforçou o vínculo afetivo com a apresentadora, destacando sua indignação ao tomar conhecimento do conteúdo. A amiga também contestou a versão de abandono, garantindo que o apartamento de Elke Maravilha era pequeno e bem cuidado. Segundo ela, havia uma funcionária responsável pela limpeza e organização do local.
Contestação pública e bastidores da amizade
No mesmo pronunciamento, Solange Maia criticou erros factuais atribuídos ao livro. "O que esse senhor escreveu em seu livro é um absurdo. Ele afirma que o pai era alemão. Que erro feio! O pai dela era russo e a mãe, alemã", afirmou. Ela acrescentou que a própria Elke Maravilha explicava a existência de documentos diferentes por questões familiares e históricas, além de valorizar profundamente os vínculos afetivos, dizendo que "irmãos não são de sangue, são de alma".
A amiga também relembrou projetos profissionais que mantinha com a artista e reforçou sua proximidade: "Eu sou a pessoa que teve autorização dela para fazer um filme sobre ela". Ao falar da internação, declarou: "Fui eu quem gravou o último show da vida dela" e afirmou que estava fora do país quando ocorreu o falecimento. A revolta se intensificou após a entrevista de Chico Felitti ao programa Sem Censura, quando ele disse: "Ela morreu quase no esquecimento, num apartamento com mais de cem sacos de lixo dentro". As declarações ampliaram a polêmica e reacenderam discussões sobre responsabilidade, memória e narrativa pública.