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França encarrega diretor de Versalhes de reformar o Museu do Louvre após roubo

25 fev 2026 - 10h35
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A França nomeou nesta quarta-feira Christophe Leribault como novo diretor do Louvre, trazendo o diretor do Palácio de Versalhes para transformar o museu mais visitado do mundo após um humilhante roubo de joias e greves de funcionários.

Ele sucederá Laurence ⁠des Cars, que deixou a função na terça-feira, disse a ‌porta-voz do governo Maud Bregeon. Des Cars enfrentou críticas intensas desde que ladrões fugiram em outubro com joias ‌avaliadas em US$102 milhões, que ainda estão ‌desaparecidas, expondo falhas gritantes na segurança do museu.

"A ⁠prioridade de Leribault será reforçar a segurança do edifício, das coleções e das pessoas, restaurar um clima de confiança e levar adiante, juntamente com todas as equipes, as transformações necessárias para o museu", disse o Ministério da Cultura em ‌um comunicado sobre a escolha do presidente Emmanuel Macron para o ‌cargo.

Leribault, de 62 ⁠anos, é ⁠um historiador de arte do século 18 que anteriormente dirigiu o Musée ⁠d'Orsay e a Orangerie ‌de Paris antes de ‌assumir o cargo em Versalhes em 2024. Ele deixará o cargo em Versalhes para assumir a função no Louvre.

Ele foi vice-diretor do departamento de artes gráficas do Louvre ⁠de 2006 a 2012, informou o ministério.

FALHAS DE SEGURANÇA DESTACAM NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO

Além do roubo, greves por salários e condições de trabalho fecharam repetidamente o Louvre desde meados de dezembro, enquanto vazamentos de ‌água e uma investigação de fraude de ingressos que, segundo os promotores, desviou mais de 10 milhões de euros ⁠em uma década, também lançaram uma sombra sobre uma das principais atrações turísticas de Paris.

Um relatório dos auditores do Estado no ano passado instou a administração do Louvre, local onde fica a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, a redirecionar os gastos de aquisições para melhorias de segurança e infraestrutura atrasadas.

O novo diretor do Louvre disse em uma audiência parlamentar sobre segurança em museus na última quinta-feira que Versalhes havia "intensificado a vigilância" sob sua gestão, apoiando-se em tecnologia de ponta e sinalizando novos riscos decorrentes do sobrevoo de drones e da segurança cibernética.

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