Toda Luz que Não Podemos Ver: Final original seria ainda mais dramático, mas Netflix decidiu mudar — e diretor explica
Baseado em livro vencedor do Pulitzer, Toda Luz que Não Podemos Ver está entre os títulos mais assistidos da plataforma de streaming.
ATENÇÃO: ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS DE TODA LUZ QUE NÃO PODEMOS VER
A mais nova minissérie da Netflix, Toda Luz que Não Podemos Ver, tem feito bastante sucesso na plataforma de streaming. Inspirada no livro ficcional de mesmo nome, do autor vencedor do Pulitzer Anthony Doerr, a série, todavia, não concorda com história original em um aspecto muito importante: o final. É o que explica o diretor Shawn Levy em entrevista ao The Wrap.
A minissérie conta a história de Marie-Laure (Aria Mia Loberti), uma menina cega que é forçada a escapar de sua casa, na França, por causa da invasão alemã ao país na Segunda Guerra Mundial. Ela e seu pai, Daniel (Mark Ruffalo), fogem para a casa de um tio (Hugh Laurie) e levam consigo um diamante inigualável, o qual faz com que um oficial nazista os persiga.
Como forma de resistência, a jovem faz transmissões de rádio clandestinas. Dessa forma, Marie-Laure acaba conhecendo Werner (Louis Hofmann) um adolescente que precisou se alistar no exército alemão, e sua missão é, justamente, ir atrás de fugitivos do regime de Hitler. No entanto, os dois jovens que se veem em lados opostos da guerra acabam estabelecendo um laço que se cruza ao longo dos anos.
Na série, uma alteração significativa em relação ao livro, é o relacionamento entre Marie-Laure e Werner. No livro, no tão aguardado primeiro encontro entre os dois…
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