"Tenho um mau pressentimento": George R.R. Martin explica a situação de House of the Dragon em meio à greve de atores e roteiristas
O escritor explica por que a segunda temporada de House of Dragons conseguiu driblar os efeitos das greves de diretores e roteiristas.
O fato de Hollywood estar passando por uma de suas piores crises em décadas - com exceção da pandemia -, mais do que uma frase com conotações sensacionalistas, é uma realidade. O funcionamento do atual setor dos EUA está potencialmente em processo de mudança, e as greves dos sindicatos de atores e roteiristas parecem ser o principal motor dessa mudança de paradigma.
Game of Thrones feito em Hollywood
George R.R. Martin, autor da saga literária As Crônicas de Gelo e Fogo, adaptada para a telinha em Game of Thrones e na prequel House of the Dragon, deu sua opinião sobre a greve do WGA, que ele descreve como "a mais importante de sua vida". Isso foi feito em sua última postagem no blog, na qual ele fala sobre a situação da seguinte forma.
"Ninguém sabe ao certo o que acontecerá daqui para frente, mas tenho um mau pressentimento de que essa greve será longa e amarga. Pode ser tão ruim quanto a infame greve de 1985, embora eu espere que não. Essas greves não são realmente sobre escritores, produtores ou showrunners famosos, a maioria dos quais está indo bem; estamos fazendo greve para os escritores iniciantes, os editores de histórias, os estudantes que esperam se destacar, o ator que tem quatro falas, o cara que está em seu primeiro trabalho na equipe e sonha em criar seu próprio programa algum dia, como eu fiz nos anos 80".
Martin explicou que se…
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