'Supergirl' arrecada menos que 'Morbius' em final de semana de estreia
Segundo longa do Universo Cinematográfico da DC (DCU) estrelado por Milly Alcock foi recebido de forma mediana na crítica especializada
Supergirl, segundo longa do Universo Cinematográfico da DC (DCU), estrelado por Milly Alcock (A Casa do Dragão), chegou aos cinemas na última quinta, 25, mas teve uma estreia decepcionante nas bilheterias — inferior ao fracasso da Marvel de 2022, Morbius — e foi recebido de forma mediana na crítica especializada.
O filme arrecadou apenas US$ 38 milhões (R$ 197 milhões) na América do Norte em seu final de semana de estreia, e um total de US$ 68 milhões (R$ 353 milhões) mundialmente. Supergirl tem um orçamento estimado em mais de US$ 170 milhões (R$ 882 milhões), e a Variety reportou que o longa precisaria arrecadar US$ 375 milhões (R$ 1.9 bilhão) para atingir o ponto de equilíbrio.
Essa bilheteria é ainda menor do que a de Morbius, considerado um dos maiores desastres dos filmes de super-heróis. O longa de 2022 foi duramente criticado por seu roteiro fraco, efeitos visuais datados, ritmo lento e decisões criativas confusas.
Morbius arrecadou US$ 39,1 milhões (R$ 203 milhões) em sua estreia na América do Norte e US$ 84 milhões (R$ 436 milhões) internacionalmente. Apesar disso, o filme conseguiu cobrir seus custos de produção, e totalizou US$ 167 milhões (R$ 867 milhões) em bilheteria global.
Do que se trata Supergirl?
Após ser rapidamente introduzida em Superman, longa de estreia do Universo Cinematográfico da DC, Kara Zor-El, a Supergirl (Alcock), ganha o seu próprio filme, que será baseado na HQ Supergirl: Mulher do Amanhã, que traz a personagem lidando com uma garota alienígena em busca de vingança pelo assassinato de seu pai.
Além de Alcock, Supergirl ainda conta com as participações de David Corenswet (Pearl) como Superman e Jason Momoa, que viveu o Aquaman na antiga fase da DC nos cinemas, como o vilão Lobo.
Segundo a crítica da Rolling Stone Brasil, o longa criou uma versão "família" da heroína, "perdendo o que havia de mais atraente na personagem — a rebeldia, a independência e, principalmente, a sua força, literal e figurativamente — no processo". Milly Alcock é o destaque do filme: "a atriz parece ter assimilado bem a personagem e aparece confortável na tela, fazendo com que o espectador se apaixone rapidamente por ela. Porém, o roteiro não a trata com a dignidade que merecia".
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