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Presidente em novo filme, Jamie Foxx diz torcer por manifestantes no Brasil

6 set 2013 - 15h53
(atualizado às 16h05)
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<p>Estrelado pelo protagonista de Django Livre,&nbsp;<em>O Ataque&nbsp;</em>estreia nos cinemas brasileiros nesta sexta-feira</p>
Estrelado pelo protagonista de Django Livre, O Ataque estreia nos cinemas brasileiros nesta sexta-feira
Foto: Divulgação

No país onde o terrorismo é a maior preocupação, o cinema usa e abusa dos efeitos especiais para dar realismo a possibilidades de ataques, colocando muitas vezes a Casa Branca, o símbolo do poder dos EUA, como uma espécie de protagonista dessas produções, sendo explodida, invadida, destruída.

E, pela segunda vez em 2013, Hollywood traz às telonas a casa do presidente americano em uma situação de alerta máximo. Depois de Invasão à Casa Branca, que chegou aos cinemas brasileiros em abril, nesta sexta-feira (6) é a vez da estreia de O Ataque, com Jamie Foxx (Django Livre) como chefe do Poder Executivo americano e Channing Tatum (Magic Mike) na pele do mocinho que tenta salvá-lo.

E, no que depender do histórico de seu diretor, o longa tem tudo para dar certo. O Ataque é assinado pelo alemão Roland Emmerich, famoso por destruir símbolos nacionais nas telonas em longas como Independence DayO Dia Depois de Amanhã e 2012 - no qual nem o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, é poupado.

“A Casa Branca é um símbolo da liberdade e eu estou sempre querendo fazer grandes histórias que tenham sentido no mundo inteiro", diz Emmerich ao Terra a respeito de seu fascínio pela residência oficial da Presidência dos EUA em entrevista concedida justamente na cidade que a abriga, Washington D.C. "Todo mundo a conhece, esteja você no Brasil ou na Alemanha, e vai vê-la pelo menos uma vez por semana na TV."

No enredo, John Cale (Tatum) vai à Casa Branca para uma entrevista de emprego para o cargo de segurança da Presidência e aproveita para levar consigo a filha, Emily (Joey King), para fazer um passeio guiado. No entanto, no mesmo momento o local é invadido por terroristas, com o intuito de assassinar o presidente.

"Eu apenas fiz um desses passeios para turistas pela Casa Branca, mas minha equipe de produção teve um tour oferecido pela Presidência", lembra Emmerich. "Também fui uma vez na parte da residência, há 17 anos, mostrar Independence Day para o então presidente Bill Clinton, mas só vi a sala de cinema. Já Barack Obama encontrei duas vezes, mas apenas lhe apertei as mãos."

Foi justamente este último, atualmente no segundo mandato como chefe do Executivo, que inspirou Foxx a encarnar papel de tamanho prestígio no cinema. Negro como o presidente, o astro rasga elogios à aura de Obama, àquilo que ele representa e aos anos do político no cargo. 

“Não é o papel dele que estou fazendo, mas, sim, o de um presidente. Porém, para mim, ele é tudo o que um presidente deve ser", afirma o ator, que esteve com Obama na semana passada, no dia 28 de agosto, durante o evento em homenagem aos 50 anos do famoso discurso do ativista Martin Luther King, Eu Tenho um Sonho. "Já o encontrei algumas vezes e ele é uma pessoa muito bacana, uma grande inspiração por sua incrível história e pela história de como se tornou presidente."

Tatum, por outro lado, afirma não ter tido nenhuma espécie de herói como exemplo para trabalhar, mas revelou que “sempre foi obcecado por pessoas capazes de fazer grandes esforços físicos, como jogadores de futebol e lutadores de artes marciais". 

"Lembro que, quando criança, eu adorava ver os filme do Jean-Claude Van Damme e de ficar encantado com quem estava no exército ou fazia esse tipo de papel no cinema. Eu sempre pensava, 'queria ser como eles'", recorda o ator, conhecido pelo longa Magic Mike, em que interpretou um stripper ao lado de Matther McDounaghey. “Mas quero fazer de tudo: comédias, documentários independentes, filmes como Magic Mike, que têm comédia e drama. Quero ter uma carreira diversificada."

Foxx nega que O Ataque tenha como principal foco apenas mostrar as relações de poder na Casa Branca e o óbvio temor de um ataque terrorista. Para ele, mais do que qualquer outra coisa, o longa é uma produção calcada no espírito da liberdade responsável por embasar a retórica norte-americana. "É sobre a liberdade que temos no nosso país e proteção. Se você for assistí-lo, vai ver que a liberdade está protegida e também o presidente, a filha do personagem de Tatum e ele mesmo. Não é apenas sobre poder, é sobre o nosso maior recurso, que é a liberdade”, afirma ele. 

O tema, tão caro para o ator, o faz recordar de tudo o que aconteceu no Brasil nos últimos meses, entre protestos discretos e manifestações massivas, observadas com impacto pelo mundo. “Tenho acompanhado as manifestações pela imprensa. Espero que os brasileiros atinjam seus objetivos, pois o País é maravilhoso e precisa de cuidado”, enfatiza Foxx. 

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Fonte: Especial para Terra
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