Há mais de 40 anos fazendo história, esta franquia de ficção científica está de volta aos cinemas com um novo capítulo
Tron: Ares encerra a trilogia de sci-fi que começou em 1982 com Tron - Uma Odisseia Eletrônica.
Muitas das grandes franquias hollywoodianas emendam um lançamento no outro, criando universos imensos. Indo de encontro a esse padrão, a saga Tron construiu uma marca importante e se tornou uma das precursoras do sci-fi de maneira geracional. Isso porque Tron - Uma Odisséia Eletrônica (1982) só ganhou uma continuação, Tron: O Legado (2010), quase três décadas depois.
Agora, após 15 anos, a trilogia será concluída em Tron: Ares. Depois de muito tempo em um "limbo da pré-produção" envolvendo um verdadeiro jogo das cadeiras para quem assumiria a direção, o projeto é encabeçado por Joachim Rønning. O cineasta norueguês já trabalhou em sequências produzidas pela Disney em Malévola: Dona do Mal e Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar.
Tron: Ares promete seguir a tradição de seus predecessores com um visual hiper-tecnológico e fotografia que remete aos videogames, abusando dos efeitos especiais e do neon. Curiosamente, o original foi um dos primeiros filmes a investir em imagens geradas por computação gráfica (CGI) — um dos maiores desenvolvimentos da produção cinematográfica hoje em dia —, e foi justamente por isso que ele foi desclassificado de concorrer ao Oscar pela categoria de Melhores Efeitos Visuais pois a Academia julgou "injusto".
Além do VFX, a franquia é amplamente reconhecida pela trilha sonora marcante e desenvolvida por grandes nomes da indústria musical. Em 1982, as músicas foram feitas pelo compositor Wendy Carlos em parceria com a banda de r…
Artigo original publicado em AdoroCinema
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