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Em Buenos Aires, o cinema é vendido em um 'mercadão' de filmes

Em parceria com o Marché du Film, do Festival de Cannes, o Ventana Sur reuniu na capital argentina, neste mês, uma série de distribuidores independentes

19 dez 2022 - 05h10
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Para quem tem na cabeça que distribuição de cinema se resume às premiéres repletas de astros de Hollywood, uma visita a uma seção do festival Ventana Sur, realizado no início deste mês, em Buenos Aires, pode ser uma forma de abrir os olhos para a realidade dos filmes independentes: a oferta das películas era feita em um saguão cheio de mesinhas, com produtoras e agentes de vendas do mundo todo tentando chamar a atenção para seus produtos.

Em um desses espaços estava uma figura já conhecida do cinema nacional: Alfredo Calvino, fundador da Habanero Film Sales. O cubano, entre idas e vindas, está radicado no Brasil desde os anos 1990, e tenta levar o cinema latino-americano para diferentes partes do mundo. E se trata de um trabalho a conta-gotas: ao contrário do que ocorre com os estúdios, que distribuem suas películas no mundo todo, a venda de produções menores é feita território a território.

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Enquanto a Habanero busca nichos específicos, o "mercadão" da Ventana Sur - uma parceria com o Marché du Film, do Festival de Cannes - também abriga empresas maiores, como a americana CMG (Cinema Management Group). Conhecida por filmes de gênero estrelados por atores longe da melhor fase - como Mickey Rourke -, a companhia tem buscado também filmes estrangeiros e animações com potencial comercial, diz Florencia Gasparini Rey, agente de vendas da CMG.

Seguindo essa lógica, escolheu duas produções brasileiras para representar. Uma é O Rio do Desejo, adaptado do livro Dois Irmãos, de Milton Hatoum, e dirigido por Sérgio Machado, e (Cidade Baixa) -, que a executiva classifica como uma história de locações exóticas e ritmo de thriller. A outra aposta é a animação A Arca de Noé, também dirigida por Machado e com as vozes de Rodrigo Santoro e Alice Braga.

Estadão
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