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Brandon Flynn, de 13 Reasons Why, será James Dean em cinebiografia

Cinebiografia é inspirada no livro Surviving James Dean (2006), escrito por William Bast, colega e, segundo seu relato, ex-companheiro de Dean

26 jun 2025 - 14h10
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Brandon Flynn, de 13 Reasons Why, será James Dean em cinebiografia
Brandon Flynn, de 13 Reasons Why, será James Dean em cinebiografia
Foto: Michael Loccisano/Getty Images/Michael Ochs Archive/Getty Images / Rolling Stone Brasil

O ator Brandon Flynn, conhecido pela série 13 Reasons Why, foi escalado para interpretar James Dean na cinebiografia Willie and Jimmy Dean, inspirada no livro Surviving James Dean (2006), escrito por William Bast, colega e, segundo seu relato, ex-companheiro de Dean.

O longa-metragem, roteirizado e dirigido por Guy Guido (Madonna and the Breakfast Club), documentarista com trajetória em obras que abordam ícones culturais, não se propõe a ser um filme biográfico tradicional. Segundo Guido, a intenção é revelar "uma história sensível e, por vezes, trágica sobre dois jovens que se encontraram em uma época e um lugar onde ser quem realmente se era implicava um custo".

A trama cobre o período entre o primeiro encontro de Dean e Bast na UCLA, onde os dois foram colegas de quarto, até o trágico acidente que tirou a vida de Dean em 1955, aos 24 anos.

O projeto será uma abordagem íntima da relação dos dois, mantida em sigilo para proteger a carreira de Dean, que às vezes mantinha relações com mulheres em Hollywood, enquanto Bast vivia à sombra, aguardando o dia em que ambos poderiam assumir sua relação publicamente.

Flynn, que também assina como produtor executivo, elogiou o roteiro por sua honestidade emocional, afirmando que a obra busca "compreender quem [Dean] realmente era - não apenas o ícone, mas o ser humano." Para o ator, a narrativa destaca "como Hollywood historicamente obrigou pessoas LGBTQ a viverem uma performance, mesmo em suas vidas pessoais".

Guy Guido destacou Flynn como escolha perfeita para a complexidade emocional do papel, referindo-se ao ator como alguém que "traz tanto o fogo quanto a vulnerabilidade que este papel exige". 

Em 2011, o diretor teve a oportunidade de conversar com Bast antes de sua morte em 2015, enriquecendo a adaptação com detalhes pessoais do próprio autor, o que confere autenticidade ao roteiro.

Fonte: THR

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