A tolice de Indiana Jones que o fez viajar no tempo antes de A Relíquia do Destino
Em que ano estamos exatamente, Indy?
Em 2016, Harrison Ford veio à tona para nomear as duas únicas condições que ele colocou para fazer um quinto filme de Indiana Jones. A primeira, que Steven Spielberg dirigisse. A segunda, que tivesse um roteiro muito bom. No segundo, as pessoas podem julgar por si mesmas, mas James Mangold certamente mostrou que não é Spielberg em Indiana Jones e a Relíquia do Destino, uma história de viagem no tempo (em muitos aspectos) que não é a primeira vez intuída na saga.
DESLOCADO DO ANO CORRETO
A verdade é que, embora possa não ter gostado do novo filme, pode ter apreciado menos ainda das dezenas de histórias que poderiam ter sido e não foram. Por exemplo, antes de Indiana Jones e a Última Cruzada, George Lucas queria se concentrar em fazer um filme mais de terror do que de aventura e propôs uma história de fantasmas chamada O Castelo Sangrento. Spielberg conseguiu recuar bem a tempo com a desculpa de que era muito parecido com um Poltergeist.
Lucas não ficou parado e então propôs uma abordagem mais familiar para a trilogia: a de uma terra habitada por dinossauros, onde Indy entraria após uma perseguição de moto pela Muralha da China. Em outra versão de outra história, George Lucas e sua equipe incluíam tribos canibais, piratas japoneses e um nazista com braço robótico. Uma viagem no tempo em Relíquia do Destino realmente parece tão estranha para nós? Até que sim, mas eles inadvertidamente ja exploraram.