Bloco da Lama, em Paraty, atrai foliões 'sujos' e divertidos
2 mar2014 - 08h15
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Os fãs do Bloco da Lama garantem que não há festa mais democrática do que a que acontece nas ruas de Paraty. O Bloco da Lama foi fundado em 1986 por dois adolescentes locais. Eles se tornaram uma sensação depois de apareceram cobertos de lama no centro histórico da cidade, após uma caça a caranguejos em um mangue nas proximidades
Foto: AP
Os fãs do Bloco da Lama garantem que não há festa mais democrática do que a que acontece nas ruas de Paraty. O Bloco da Lama foi fundado em 1986 por dois adolescentes locais. Eles se tornaram uma sensação depois de apareceram cobertos de lama no centro histórico da cidade, após uma caça a caranguejos em um mangue nas proximidades
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Os fãs do Bloco da Lama garantem que não há festa mais democrática do que a que acontece nas ruas de Paraty. O Bloco da Lama foi fundado em 1986 por dois adolescentes locais. Eles se tornaram uma sensação depois de apareceram cobertos de lama no centro histórico da cidade, após uma caça a caranguejos em um mangue nas proximidades
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Os fãs do Bloco da Lama garantem que não há festa mais democrática do que a que acontece nas ruas de Paraty. O Bloco da Lama foi fundado em 1986 por dois adolescentes locais. Eles se tornaram uma sensação depois de apareceram cobertos de lama no centro histórico da cidade, após uma caça a caranguejos em um mangue nas proximidades
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Os fãs do Bloco da Lama garantem que não há festa mais democrática do que a que acontece nas ruas de Paraty. O Bloco da Lama foi fundado em 1986 por dois adolescentes locais. Eles se tornaram uma sensação depois de apareceram cobertos de lama no centro histórico da cidade, após uma caça a caranguejos em um mangue nas proximidades
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Os fãs do Bloco da Lama garantem que não há festa mais democrática do que a que acontece nas ruas de Paraty. O Bloco da Lama foi fundado em 1986 por dois adolescentes locais. Eles se tornaram uma sensação depois de apareceram cobertos de lama no centro histórico da cidade, após uma caça a caranguejos em um mangue nas proximidades
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Fantasias extravagantes não se aplicam às pessoas que aderem ao Bloco da Lama, no Carnaval de rua de Paraty, Rio de Janeiro. Roupas de pirata, princesas ou diabinhos dão lugar a camadas e camadas de lama negra.
Centenas de foliões, com seus biquínis e shorts invisíveis embaixo da lama, dançam e bebem ao som de caminhões espalhados pela cidade colonial. Todo mundo participa: ratos de academia exibindo seus ‘tanquinhos’ sarados, senhoras de idade e crianças. Até mesmo um pastor belga chamado Thunder rolou na lama.
Eles também tentavam atrair quem passava por perto, limpinho, para o grupo de lambuzados. “Quer um abraço?”, perguntavam.
Festa em Paraty reúne foliões lambuzados de lama
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Fãs do Bloco da Lama afirmam que a festa é a mais democrática entre as demais festividades que acontecem pelo País durante este período. “Você não precisa comprar nada, não precisa gastar dinheiro, sua fantasia está aqui, para você chegar e pegar”, diz a atriz Diana Rodrigues, 28, apontando para os bancos de lama naturais ao longo da praia de Jabaquara.
Ela acrescenta que um dos pontos altos da festa é poder se transformar, por alguns dias, em alguém que não se pode ser na vida real.
O advogado Renato Delavia, 37, concorda que a lama é libertadora. “Minha filha está olhando para mim como se eu fosse uma pessoa completamente diferente, tipo um monstro”, disse, com o branco dos olhos e os dentes de destacando em contraste com o restante do rosto. “Ele está estranho”, apontou a filha Valentina, de 5 anos.
Stephen McCarthy, um irlandês de 25 anos, também fez parte da festa. “Me sinto invencível”, comemorou.
O Bloco de Lama foi fundado em 1986 por dois adolescentes locais. Eles se tornaram uma sensação depois de aparecerem cobertos de lama no centro histórico da cidade, após uma caça a caranguejos em um mangue nas proximidades.
Quem explica é Rodrigues, que foi contratado para explicar o bloco para estrangeiros, que agora vem de lugares como Itália e Alemanha.
O aposentado Paulo Luz, 67, observava o caos da areia. Questionado se planejava se juntar à festa, hesitou. “Eu acho que realmente parece legal, mas não faz meu tipo participar de algo assim”, disse, acrescentando que, como é tímido, assistir a festa da lama de longe já está de bom tamanho.
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