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Leiloado por US$ 119,9 milhões, 'O Grito', de Munch, bate recorde

2 mai 2012 - 21h54
(atualizado às 22h29)
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Uma versão de O Grito, do pintor norueguês Edvard Munch, foi leiloada nesta quarta-feira (2) por US$ 119,9 milhões, na casa Sotheby's, em Nova York, tornando-se a obra de arte mais cara já vendida em um leilão.

Feita em 1985, a tela representa um homem que grita, com as mãos nas orelhas e com um fundo de céu avermelhado. Com quatro versões, esta é a única ainda em posse de um colecionador.

A competição fervorosa entre sete apostadores alcançou o valor em apenas 12 minutos, despertando aplausos. O recorde anterior havia sido registrado pelo quadro Nu, Folhas Verdes e Busto, de Picasso, vendido em 2010 por US$ 106,5 milhões.

Adquirido pelo colecionador norueguês Petter Olsen, cujo pai era amigo e apoiador do artista, O Grito simboliza a angústia existencial e o desespero da Era Moderna. Em duas ocasiões, outras versões da pintura foram roubadas de museus, apesar de terem sido recuperadas. A obra é amplamente conhecida tanto por especialistas em arte como pelo público em geral.

'O Grito' possui quatro versões
'O Grito' possui quatro versões
Foto: Reprodução
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