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Harry e Meghan são recebidos como 'realeza' em 1º compromisso público no Reino Unido

Duques de Sussex visitaram ONGs em Nottingham

15 out 2026 - 13h34
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Resumo
Em seu primeiro compromisso público no Reino Unido após seis anos nos Estados Unidos, o príncipe Harry e Meghan Markle visitaram entidades beneficentes em Nottingham e foram ovacionados pela multidão. Apesar da calorosa recepção popular, o Palácio de Buckingham confirmou, via documento oficial, que os duques de Sussex seguem atuando apenas como cidadãos privados, sem funções reais de representação da monarquia e impedidos de utilizar o tratamento de "sua alteza real".

O príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle participaram do primeiro compromisso público nesta quinta-feira (15) desde que retornaram ao Reino Unido, em agosto. O casal visitou organizações beneficentes em Nottingham, onde foram recebidos como "realezas", apesar de não representarem mais a Casa Windsor.

    Centenas de pessoas se aglomeraram em frente ao Community Recording Studio, entidade que oferece um estúdio de gravação para a comunidade local, para acompanhar a chegada dos duques de Sussex, e pedir para tirar selfies, conversar ou entregar flores a Harry e Meghan.

    "Que aula vocês estão matando para estar aqui?", perguntou o filho caçula do rei Charles III aos estudantes presentes, falando com eles sobre suas matérias favoritas e seus planos para as próximas férias escolares.

    "Nada de redes sociais? Muito bem, é isso que gostamos de ver", observou Harry a um grupo de crianças ? atualmente, o príncipe faz campanha contra a exposição de menores às redes sociais.

    O casal esteve na cidade para visitar três organizações beneficentes que apoiam jovens e comunidades locais por meio da música, do cinema, do esporte e do combate à insegurança alimentar.

    No ano passado, Harry doou 1,1 milhão de libras a um projeto a BBC Children in Need, voltado a apoiar jovens afetados pela violência na cidade de Nottingham.

    O recente retorno de Harry e Meghan ao Reino Unido, após seis anos nos Estados Unidos, não mudou o status do casal dentro da família real britânica.

    Uma carta oficial assinada pelo Lorde Chamberlain, principal funcionário do Palácio de Buckingham, e enviada com autorização do rei Charles III a autoridades do governo, das Forças Armadas e de outras instituições ligadas à Casa de Windsor no início de setembro, confirmou que os duques de Sussex continuam a atuar como "cidadãos privados" e seguem sem funções de representação da monarquia.

    O documento reforça que chamado Acordo de Sandringham, firmado em 2020, após a decisão do casal de se mudar para os Estados Unidos, permanece em vigor. Segundo o texto, Harry e Meghan "renunciaram a exercer deveres de representação em nome do Soberano" e não são mais "membros ativos" da família real.

    A carta esclarece que o casal mantém os títulos de duque e duquesa de Sussex e que os filhos Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5, preservam o direito de sangue aos títulos principescos. No entanto, Harry e Meghan continuam sem poder usar o tratamento de "sua alteza real", e todos os seus compromissos no Reino Unido serão realizados sem o caráter de representação da monarquia.

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Ansa - Brasil
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