Batman enfrenta todos seus rivais durante espetáculo em SP
12 abr2012 - 08h59
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Diego Marcel
Direto de São Paulo
Batman contra todos os vilões de Gotham City, apoiado por um show de luzes, efeitos visuais e sonoros. Esse é o resumo do espetáculo Batman Live, em cartaz no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, até o dia 22 de abril.
A história não se prende aos contos dos quadrinhos ou filmes, é uma releitura que reúne diversos vilões da série (Coringa, Arlequina, Mulher Gato, Hera Venenosa, Pinguim, Charada, Duas Caras). O confronto vai da morte dos pais de Bruce Wayne, passando pela tragédia no circo onde a família de Robin era destaque, até uma batalha final no Manicômio Arkham.
O palco é grande. Um telão no fundo pode se abrir, recebendo as alegorias de maiores proporções. No chão há duas portas inferiores na frente, duas nas laterais de trás e um corredor superior que permite que os atores se locomovam até qualquer parte do palco. Isso possibilita que os personagens apareçam em diversos pontos do espetáculo, surpreendendo a plateia.
O telão é o responsável por mudar os ambientes. A peça tem diversos cenários: as ruas de Gotham, o circo da família de Robin, a Mansão Wayne, a Batcaverna, o Asilo Arkham, todos com imagens diferentes.
As alegorias também chamam a atenção no espetáculo. O Coringa aparece em uma grande réplica de seu rosto, em um balão, a mansão Wayne conta com uma mesa hi-tec. Mas, de todas, a maior euforia vem com a aparição do batmóvel.
O carro foi desenhado por Gordon Murray, que criou o design de diversos veículos, muitos deles que disputaram temporadas da Fórmula 1 (sendo dois campeões mundiais, guiados por Nelson Piquet). Ele conta com luzes e entra no palco sempre muito veloz, fazendo manobras.
As atuações têm um tom circense e os atores mostram suas habilidades do picadeiro por diversas vezes durante a exibição. As coreografias foram boladas por Anthony Van Laast, que tem passagem por diversos estúdios de Hollywood.
Como pontos negativos ficam: a dublagem. Como o espetáculo vem dos Estados Unidos, os atores não colocam suas vozes. Atuam sobre gravações e a sincronia acaba sendo pobre; as cenas de luta exageram no tom circense; o espetáculo é longo, contudo existe uma parada de 20 minutos para que a plateia possa esticar as pernas e vendedores passam com alimentos a toda hora.
Não há como negar que o público alvo e que melhor aproveita a experiência é o formado por crianças. Os baixinhos presentes vibram com cada golpe do morcego e temem por sua vida nos momentos de tensão. Contudo, a experiência pode ser positiva para todas as idades.
Batman Live - 11 a 22 de abril Local: Ginásio do Ibirapuera - Rua Manoel da Nóbrega, 1.361 - São Paulo/SP Valor: de R$ 60 a R$ 280 (na semana) e de R$ 80 a R$ 300 (finais de semana) Tickets For Fun: 4003-5588 Classificação etária: Livre, acompanhados dos pais ou responsáveis legais e a partir de 12 anos desacompanhados. Capacidade: 5.401 pessoas Duração: 1º ato 50 min. Intervalo 20 min. 2º ato 55 min.
Batman contra todos os vilões de Gotham City, apoiado por um show de luzes, efeitos visuais e sonoros. Esse é o resumo do espetáculo 'Batman Live', em cartaz no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, até o dia 22 de abril
Foto: Fernando Borges / Terra
A história não se prende ao contado em nenhuma fase dos quadrinhos ou aos filmes, é uma releitura que reúne diversos vilões da série (Coringa, Arlequina, Mulher Gato, Hera Venenosa, Pinguim, Charada, Duas Caras)
Foto: Fernando Borges / Terra
Indo da morte dos pais de Bruce Wayne, passando pela tragédia no circo onde a família de Robin era destaque, até uma batalha final no Manicômio Arkham
Foto: Fernando Borges / Terra
O palco é grande. Um telão no fundo pode se abrir, recebendo as alegorias de maiores proporções. No chão há duas portas inferiores na frente, duas nas laterais de trás e um corredor superior que permite que os atores se locomovam até qualquer parte do palco
Foto: Fernando Borges / Terra
Isso possibilita que os personagens apareçam em diversas pontos do espetáculo, surpreendendo a plateia
Foto: Fernando Borges / Terra
Mas, de todas, a maior euforia vem com a aparição do batmóvel. O carro foi desenhado por Gordon Murray, que criou o design de diversos veículos, muitos deles que disputaram temporadas da Fórmula 1 (sendo dois campeões mundiais, guiados por Nelson Piquet)
Foto: Fernando Borges / Terra
Ele conta com luzes e entra no palco sempre muito veloz, fazendo manobras
Foto: Fernando Borges / Terra
As atuações têm um tom circense e os atores mostram suas habilidades do picadeiro por diversas vezes durante a exibição
Foto: Fernando Borges / Terra
As coreografias foram boladas por Anthony Van Laast, que tem passagem por diversos estúdios de Hollywood
Foto: Fernando Borges / Terra
O telão é o responsável por mudar os ambientes
Foto: Fernando Borges / Terra
A peça tem diversos cenários: as ruas de Gotham, o circo da família de Robin, a Mansão Wayne, a Batcaverna, o Asilo Arkham, todos com uma imagem diferente
Foto: Fernando Borges / Terra
As alegorias também chamam a atenção no espetáculo
Foto: Fernando Borges / Terra
O Coringa aparece em uma grande réplica de seu rosto, em um balão, a mansão Wayne conta com uma mesa Hi-tec
Foto: Fernando Borges / Terra
Como pontos negativos ficam: a dublagem. Como o espetáculo vem dos Estados Unidos, os atores não colocam suas vozes. Atuam sobre gravações e a sincronia acaba sendo pobre
Foto: Fernando Borges / Terra
As cenas de luta exageram no tom circense
Foto: Fernando Borges / Terra
o espetáculo é longo, contudo existe uma parada de 20 minutos para que a plateia possa esticar as pernas e vendedores passam com alimentos a toda hora
Foto: Fernando Borges / Terra
Não há como negar que o público alvo e que melhor aproveita a experiência é o formado por crianças
Foto: Fernando Borges / Terra
Os baixinhos presentes vibram com cada golpe do morcego e temem por sua vida nos momentos de tensão
Foto: Fernando Borges / Terra
Contudo, a experiência pode ser aproveitada por todas as idades