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'Ainda não vimos a última banda pop punk de estádio', diz guitarrista do Good Charlotte

Benj Madden, cuja banda retornou em 2025 com o álbum 'Motel Du Cap', chega a comparar Green Day com os Rolling Stones

30 nov 2025 - 10h27
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O pop punk é o estilo de rock mais comercialmente bem-sucedido desde a metade dos anos 1990, quando Kurt Cobain morreu e a explosão do alternativo foi junto. E, de acordo com Benji Madden, do Good Charlotte, esse sucesso não morrerá tão cedo.

Benji Madden, guitarrista do Good Charlotte, em 2025
Benji Madden, guitarrista do Good Charlotte, em 2025
Foto: Scott Dudelson / Getty Images / Rolling Stone Brasil

Em entrevista ao site Guitar, o guitarrista discutiu algumas de suas maiores influências musicais. Quando chegou a hora de conversar sobre o Green Day e Billie Joe Armstrong, ele não mediu elogios.

Ele disse:

"Eles levaram o pop punk das casas de show pequenas até estádios. Agora, outras bandas do estilo tocaram - ou tocarão - em estádios. Ainda não vimos a última banda pop punk de estádio. Green Day vai ser como os Rolling Stones à medida que continuam em frente e tocam em estádios por todo o mundo."

Outros nomes citados pelo guitarrista foram o falecido Joe Strummer, do The Clash; Eric Melvin, do NOFX; Noodles, do The Offspring; e Tom DeLonge, do Blink-182. O fio contínuo entre todos esses artistas, segundo Benji, foi o sucesso em trazer o punk rock para o mainstream.

Voltaram mais sábios

Quanto ao Good Charlotte, o grupo retornou recentemente de um hiato criativo de sete anos, lançando o álbum Motel Du Cap (2025). Antes disso, o último lançamento deles havia sido Generation Rx (2018).

No meio tempo entre os dois discos, que contou com poucos shows, Benji e seu irmão gêmeo Joel - vocalista da banda - concentraram esforços na agência de talentos MDDN, criada em 2015. Entre seus clientes mais famosos estão os grupos Architects e Bad Omens e a cantora Poppy.

Segundo Benji, a experiência de trabalhar no outro lado da indústria permitiu que o Good Charlotte tivesse vida mais fácil após seu retorno. Isso porque os integrantes estavam mais preparados pessoal e profissionalmente para encarar os desafios e demandas da indústria musical tal qual não estavam durante o período de maior sucesso comercial deles.

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