11 frases de Júlio Verne sobre ciência, humanidade e solidão que ainda ecoam hoje
No aniversário de morte do autor de 'Viagem ao Centro da Terra' e 'Vinte Mil Léguas Submarinas', lembrado em 24 de março, revisitamos pensamentos que anteciparam não apenas as máquinas, mas os dilemas éticos e o isolamento da era moderna
24 mar
2026
- 15h06
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Autor de clássicos como Viagem ao Centro da Terra, Vinte Mil Léguas Submarinas e A Volta ao Mundo em 80 Dias, o francês Júlio Verne é considerado por muitos como um dos maiores escritores de todos os tempos. Um dos pais da ficção científica, ele se tornou famoso ao escrever histórias de aventuras e explorações nos confins da Terra.
Em seu trabalho, Verne sempre utilizou a ciência e as tecnologias da época para criar narrativas fantásticas e cativantes. O autor, que nasceu em 1828 em Nantes, no Reino da França, morreu há exatos 121 anos — no dia 24 de março de 1905.
Veja a seguir frases e trechos marcantes do autor para lembrar o seu aniversário de morte. Confira:
- "A ciência, meu rapaz, é feita de erros, mas de erros benéficos, já que conduzem pouco a pouco à verdade." — Viagem ao Centro da Terra (1864)
- "Podemos enfrentar as leis humanas, mas não podemos resistir às leis naturais." — Vinte Mil Léguas Submarinas (1871)
- "Vejo que não é de modo algum inútil viajar, quando se quer ver algo novo." — A Volta ao Mundo em 80 Dias (1873)
- "Se não houvesse trovão, os homens teriam pouco medo de raios." — Vinte Mil Léguas Submarinas (1871)
- "Enquanto há vida, há esperança. Permita-me afirmar, Henry, que enquanto o coração de um homem bater, enquanto sua carne estremecer, não admito que um ser dotado de pensamento e vontade possa sucumbir ao desespero." — Viagem ao Centro da Terra (1864)
- "O poder criativo da natureza está muito além do instinto de destruição do homem." — Vinte Mil Léguas Submarinas (1871)
- "Antes de qualquer professor, a necessidade é aquela que mais se escuta e que melhor ensina." — A Ilha Misteriosa (1874)
- "Se seu destino for estranho, também é sublime." — Vinte Mil Léguas Submarinas (1871)
- "É um grande infortúnio estar sozinho, meus amigos; e deve-se acreditar que a solidão pode rapidamente destruir a razão." — A Ilha Misteriosa (1874)
- "O mar é tudo. Ele cobre sete décimos do globo terrestre. Seu sopro é puro e saudável. É um deserto imenso, onde o homem jamais está sozinho, pois sente a vida se movimentando por todos os lados." — Vinte Mil Léguas Submarinas (1871)
- "O mar é o veículo de uma existência sobrenatural e maravilhosa. É movimento e amor. É o infinito vivo." — Vinte Mil Léguas Submarinas (1871)