Venezuela, Colômbia e Chile: quais outros lugares da América Latina podem ter terremoto?
A atividade tectônica dos Andes e de outras regiões da América Latina coloca vários países no mapa de risco sísmico, mas a intensidade e a frequência dos tremores variam bastante de uma área para outra
Terremotos não acontecem apenas no Chile, na Colômbia ou na Venezuela. Outros países da América Latina também estão próximos de zonas de encontro entre placas tectônicas ou possuem falhas que produzem tremores, embora o risco não seja igual em todo o território. Peru, Equador, Bolívia, Argentina, México e países da América Central, por exemplo, também aparecem em diferentes mapas de ameaça sísmica. A explicação está principalmente na movimentação das placas que formam a crosta terrestre e, em especial, na intensa atividade tectônica ao longo dos Andes e do Pacífico.
Chile, Peru e Equador estão sobre uma das regiões mais ativas do planeta
Quando se olha para o mapa da América do Sul, existe uma faixa que chama bastante atenção: a região oeste do continente, acompanhando a Cordilheira dos Andes. É ali que a placa de Nazca mergulha sob a placa Sul-Americana em um processo conhecido como subducção. Esse movimento acontece de forma agressiva, e as placas podem ficar parcialmente travadas enquanto continuam acumulando tensão. Quando parte dessa energia é liberada, o resultado pode ser um terremoto. É por isso que países como Chile, Peru, Equador e Colômbia estão entre os territórios mais suscetíveis a terremotos na região.
Mas os terremotos da América do Sul não seguem exatamente a linha da costa. A dinâmica das placas também influencia áreas localizadas no interior do continente, fazendo com que Bolívia e o oeste da Argentina apresentem regiões com ameaça sísmica. Isso não ...
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