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Tamara Klink parte do Alasca rumo ao Atlântico, e dá para acompanhar a rota dela quase em tempo real

A cada 30 minutos, um veleiro de 10 metros no meio do oceano envia posição, rota, vento e condições do mar para um painel aberto ao público. Entenda como a expedição fica visível de terra firme.

13 jul 2026 - 17h34
(atualizado às 19h19)
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Crédito: Acervo Pessoal
Crédito: Acervo Pessoal
Foto: Acervo Pessoal / Xataka

A navegadora e escritora Tamara Klink deixou o Alasca em uma nova travessia solitária, e desta vez a viagem vem acompanhada de um painel digital aberto ao público. A plataforma foi desenvolvida pela NTT DATA, empresa de serviços de tecnologia da qual Tamara é embaixadora, e funciona como um diário de bordo com dados atualizados.

Segundo a empresa, o painel mostra a localização da embarcação, a rota já percorrida, a distância navegada, condições meteorológicas e oceânicas e registros escritos pela própria navegadora ao longo do caminho. A atualização acontece a cada 30 minutos, inclusive quando ela está em áreas remotas, sem cobertura de rede convencional.

O ponto no mapa é a parte fácil

Rastrear um veleiro em alto-mar não é novidade. Regatas oceânicas transmitem posições há décadas, e a própria Tamara já mantinha um sistema de tracking em travessias anteriores, com um diário paralelo em texto para quem acompanhava o deslocamento do "pontinho" no mapa.

O que muda aqui é a camada de contexto em volta do ponto. A proposta do painel é reunir vento, clima, rota e distância na mesma tela, para que a posição isolada vire informação legível. Em navegação oceânica, essas variáveis são o que explica quase tudo: um desvio de rota raramente é escolha estética, e sim resposta a uma frente de vento, a uma corrente contrária ou a gelo à deriva.

"O dashboard reúne dados que ajudam a traduzir, de forma simples e visual, as condições que eu irei enfrentar no oceano, como vento, clima, rota e ...

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