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Nem dados da internet, nem arquivos virtuais: gigantes da tecnologia assumiram a tática assustadora de destruir milhões de livros físicos para criar a IA perfeita

Documentos judiciais revelam que a Anthropic desmontou e escaneou obras impressas para alimentar o Claude, mas também utilizou milhões de livros pirateados no treinamento da IA

18 mai 2026 - 12h39
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livros sendo destruídos para serem utilizados na base de dados da IA
livros sendo destruídos para serem utilizados na base de dados da IA
Foto: Imagem criada por IA do ChatGpT / Xataka

A Anthropic, startup americana de inteligência artificial, entrou em uma grande polêmica após documentos judiciais revelarem uma estratégia extrema para treinar o Claude, seu chatbot de IA. A empresa comprou milhões de livros físicos, desmontou cada um deles e digitalizou todo o conteúdo para criar sua própria biblioteca de treinamento. O processo aconteceu nos Estados Unidos e foi liderado por um ex-executivo do Google Books, contratado para reunir praticamente "todos os livros do mundo". Apesar de a Justiça considerar legal a digitalização de obras compradas, o caso ganhou repercussão após a revelação de que a empresa também recorreu a cópias pirateadas.

Anthropic desmontou livros físicos para acelerar treinamento do Claude

Você sabe como funciona o treinamento de uma inteligência artificial? Modelos como o Claude aprendem analisando volumes gigantescos de dados, como textos, imagens, áudios e documentos, para identificar padrões, relações entre palavras e formas de responder comandos humanos. Durante esse processo, os sistemas passam por milhões de ciclos de tentativa e erro até conseguirem produzir respostas mais naturais e precisas. 

Quanto maior e mais diversificada for a base de dados, maior tende a ser a capacidade da IA de compreender linguagem, contexto e informação. Esse volume gigantesco de informação virou a matéria-prima mais disputada pela indústria de inteligência artificial, e explica por que empresas de tecnologia passaram a buscar acesso massivo a ...

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