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Funcionário da OpenAI é preso acusado de porte de dispositivo de escuta, diz empresa

13 out 2026 - 18h07
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Resumo
O FBI prendeu um funcionário da OpenAI acusado de instalar um sofisticado dispositivo de escuta em um escritório da empresa. A criadora do ChatGPT usou seus próprios modelos de inteligência artificial para identificar o suspeito, que já foi demitido. Segundo a companhia, não há indícios de vazamento de códigos, modelos ou dados de clientes, e o caso segue sob investigação federal em meio a crescentes preocupações sobre a segurança de seus sistemas.

A OpenAI anunciou ‌nesta terça-feira que a polícia federal dos Estados Unidos (FBI) prendeu um de seus funcionários em conexão com um sofisticado dispositivo de escuta ⁠encontrado escondido em um dos ‌escritórios da empresa.

A criadora do ChatGPT utilizou seus modelos internos ‌de IA para identificar ‌o indivíduo responsável por ⁠instalar o dispositivo e rastrear sua origem, informou a companhia na rede social X.

"No momento, não temos indícios de que esse indivíduo ‌tenha acessado indevidamente ou extraído modelos, ‌código-fonte ou ⁠dados de ⁠clientes. O funcionário foi demitido", afirmou a ⁠companhia ‌de inteligência artificial.

A ‌OpenAI afirmou que seu programa de segurança foi projetado para proteger contra uma ampla gama de ⁠agentes de ameaças, desde riscos internos até criminosos externos e Estados-nação.

A empresa disse que encaminhou o caso ao ‌FBI, que continua investigando.

A descoberta ocorre em um momento em que a OpenAI ⁠enfrenta críticas sobre incidentes de segurança envolvendo seus sistemas de IA. No início deste mês, a Reuters e outros veículos de comunicação noticiaram que a OpenAI informou aos investidores que sua receita anualizada para setembro era de quase US$50 bilhões, uma queda em relação ao que havia sido sinalizado anteriormente.

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