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Esqueça os drones milionários porque a inteligência artificial militar acaba de transformar um inseto bem comum na arma de espionagem mais inesperada do mundo

Insetos controlados por IA surgem como nova ferramenta de espionagem

26 mar 2026 - 16h57
(atualizado às 17h06)
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Foto: Xataka

Um exército de insetos pode parecer uma situação impossível de acontecer, mas acredite se quiser: ela pode estar se tornando realidade. Na Alemanha, uma startup desenvolveu baratas ciborgues equipadas com câmeras, sensores e sistemas de comunicação, com capacidade de serem controladas remotamente para operar em zonas de guerra. A tecnologia faz parte de uma nova onda de inovação militar impulsionada pela guerra na Ucrânia e por mudanças estratégicas na defesa europeia.

O projeto aposta em usar organismos vivos como plataforma para inteligência artificial em campo. Esses insetos modificados conseguem acessar espaços apertados, operar com baixo custo e coletar dados em tempo real em ambientes onde humanos e máquinas tradicionais enfrentam limitações.

Insetos ciborgues e o novo conceito de espionagem em campo de batalha

Em um mundo cada vez mais instável, em que conflitos se tornam mais frequentes e complexos, a forma de fazer guerra também está mudando. Para ganhar vantagem, tecnologias totalmente diferentes estão sendo desenvolvidas como estratégias militares, e uma delas tem o objetivo de obter vantagem em informação e inteligência de campo. 

As baratas ciborgues foram pensadas para realizar a coleta de informações em cenários extremos. Mas como elas funcionam na prática? Diferente de equipamentos convencionais, que exigem infraestrutura e têm alto custo de manutenção, os enxames de ciborgues funcionam como uma rede distribuída de sensores vivos.

Controlados por software ...

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