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Escassez de capacidade computacional já faz vítimas: Google corta acesso ao Gemini para Meta e outros clientes

A gravidade da crise de escassez de poder computacional é tamanha que o Google precisou tomar medidas Meta é uma das empresas mais afetadas por esse gargalo na indústria de IA

4 jul 2026 - 15h43
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Imagem | Giovanni Castillo (Pexels)
Imagem | Giovanni Castillo (Pexels)
Foto: Imagem | Giovanni Castillo (Pexels) / Xataka

Um dos principais gargalos na indústria de inteligência artificial é a capacidade computacional. Nós, como usuários, já estamos sentindo a primeira consequência: a espetacular crise da memória DRAM, que elevou o custo da tecnologia, desde celulares básicos até produtos da Apple.

Embora já se fale há algum tempo sobre os problemas de capacidade de empresas como Anthropic e OpenAI, o problema mais grave é que o Google também está sofrendo com eles. Isso impacta terceiros, como a Meta.

Limites no uso do Gemini

Segundo o Financial Times, o Google foi forçado a limitar o uso do Gemini devido à enorme demanda de clientes como a Meta.

Foi a empresa de Mark Zuckerberg que, após solicitar mais poder de processamento, teve seu pedido negado pelo Google. Isso, naturalmente, tem consequências: vários projetos da Meta estão sendo adiados, e a empresa pediu a seus funcionários que sejam mais cautelosos com o uso de tokens de IA.

Por que isso importa?

O Google é um hiperescalador, ou seja, uma grande empresa de tecnologia com a infraestrutura necessária para oferecer serviços em nuvem a milhares de clientes em larga escala.

Mas o fato de essa gigante da tecnologia estar limitando clientes como a Meta evidencia uma dura realidade: mesmo gastando centenas de bilhões em chips, data centers e energia, isso não é suficiente para atender às demandas de recursos da IA.

O problema da Meta

A Meta vem reformulando sua estratégia de IA há vários meses e investindo uma fortuna nisso, mas, até o momento, o ...

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