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Empresa testa base inflável para 32 humanos viverem na Lua

A ideia é que a luz solar natural entre nas estufas enquanto a radiação de partículas cósmicas é bloqueada

13 fev 2023 - 14h34
(atualizado às 14h35)
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Ilustração artística dos habitats PneumoPlanet, uma base inflável na Lua
Ilustração artística dos habitats PneumoPlanet, uma base inflável na Lua
Foto: PneumoCell

A empresa austríaca PneumoCell desenvolveu um conceito de habitat inflável chamado de PneumoPlanet, para abrigar até 32 astronautas na Lua. O protótipo pode conter até 16 estufas para receber futuras missões lunares. 

A Nasa estabeleceu potenciais locais de pouso perto do polo sul do satélite para as próximas missões tripuladas do programa Artemis. Mas a grande questão gira em torno de garantir abrigo aos astronautas no ambiente hostil da Lua. 

Segundo Philipp Gläser, pesquisador de pós-doutorado na Universidade Técnica de Berlim e coautor de um estudo com o conceito do PneumoPlanet, essa é "uma estrutura inflável ultraleve coberta por regolito que operará de forma autossuficiente, produzindo e reciclando seu próprio oxigênio e alimentos usando energia solar", disse ao Space.

Como funcionaria

Como não há atmosfera na Lua, uma estrutura inflável inflada até a metade da pressão atmosférica da Terra poderia suportar no local um depósito de regolito de até 16 metros de altura. Segundo a empresa, quatro metros de depósito são suficientes para proteção. 

A PneumoCell explica em seu site que a parte mais essencial do projeto são as estufas toroidais (forma geométrica do núcleo), onde o oxigênio, a água e os alimentos seriam produzidos e reciclados de forma autossuficiente.

Interior do módulo agrícola, para produção de alimentos.
Interior do módulo agrícola, para produção de alimentos.
Foto: Pneumocell

A estufa seria projetada de uma forma toroidal e apresenta uma "cratera" aberta no centro, para proteção de radiação. Um espelho giratório em cima iria refletir a energia solar que chegaria horizontalmente pela cratera. A ideia é que a luz natural entre nas estufas enquanto a radiação de partículas cósmicas é bloqueada.

Com isso, diz a empresa, seria possível criar um ambiente naturalonde plantas, microorganismos, animais e humanos convivem em simbiose. A ideia recebeu financiamento da Agência Espacial Europeia (ESA). 

Assista ao vídeo do projeto:

Fonte: Redação Byte
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