Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Ciência

Publicidade

Um menino de Serra Leoa começou a recolher sucata para fabricar sua própria bateria; o que ele conseguiu realizar o levou direto ao MIT aos 15 anos

Os materiais que haviam tornado possíveis as suas invenções estavam disponíveis em Freetown há anos: no lixo

2 out 2026 - 11h06
(atualizado às 11h40)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Diante da falta de eletricidade em Serra Leoa, o jovem Kelvin Doe começou a recolher sucata e componentes descartados para aprender eletrônica como autodidata. Aos 13 anos, sem recursos para comprar suprimentos, ele desenvolveu a própria bateria funcional utilizando ácido, soda e peças de metal recicladas. Sua capacidade inovadora com materiais improvisados transformou as limitações em oportunidade, iniciando uma trajetória de destaque que o levaria ao prestigiado MIT aos 15 anos.
Um menino de Serra Leoa começou a recolher sucata para fabricar sua própria bateria. O que ele conseguiu realizar o levou direto ao MIT aos 15 anos.
Um menino de Serra Leoa começou a recolher sucata para fabricar sua própria bateria. O que ele conseguiu realizar o levou direto ao MIT aos 15 anos.
Foto: Xataka

Em Freetown, Serra Leoa, Kelvin Doe enfrentava um problema bem mais básico do que decidir o que inventar: muitas vezes, ele nem sequer dispunha de eletricidade para realizar suas criações. Aos 13 anos, começou a vasculhar materiais descartados e componentes eletrônicos em busca daquilo que não podia comprar. Após inúmeras tentativas, conseguiu combinar ácido, soda e peças de metal para fabricar sua própria bateria.

Aquela solução improvisada funcionou. E marcou o início de uma trajetória extraordinária.

O lixo como loja de eletrônicos

Kelvin havia começado a desmontar aparelhos e recolher componentes ainda mais jovem, por volta dos 10 ou 11 anos. Ele morava em Dworzark, um bairro de Freetown onde o fornecimento de energia era muito precário, e aprendia eletrônica de forma essencialmente autodidata: encontrava fios, metais ou peças abandonadas, levava-os para casa, desmontava-os e tentava entender a função de cada item.

Não tinha laboratório nem formação convencional em eletrônica. Pelo contrário: sua matéria-prima era aquilo que os outros haviam decidido jogar fora.

Fabricar o que não se pode comprar

As baterias eram um de seus primeiros obstáculos. Kelvin precisava delas para fazer experimentos, mas comprá-las repetidamente saía caro demais; por isso, começou a testar formas de construí-las ele mesmo.

Após várias tentativas frustradas, encontrou uma combinação rudimentar de ácido, soda e metal que, colocada em um recipiente e fixada com fita adesiva, conseguiu gerar eletricidade. ...

Veja mais

Matérias relacionadas

A China já sabe reabastecer satélites a 36.000 km da Terra; o que preocupa é o que ela pode fazer com essa capacidade

Darwin morreu sem conseguir provar sua teoria: 150 anos depois, a ciência acaba de comprová-la com uma planta carnívora

Com sobras de ovo e arroz, pesquisadores criaram um material que armazena eletricidade e resiste a 10 mil cargas

Um biólogo anilhou um albatroz em Midway em 1956: quase 70 anos depois, a mesma fêmea ainda retorna para se reproduzir na colônia

"Porta do Inferno", cratera em chamas no deserto de Caracum, surgiu muito depois do que se acreditava

Xataka
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra