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Ciência

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O primeiro adesivo do mundo que libera lactase pela pele promete substituir o uso de pílulas mas levanta dúvidas sobre os verdadeiros impactos na sua saúde

O novo adesivo quer acabar com os comprimidos de lactase, mas sua eficácia ainda depende de uma resposta que a ciência não conseguiu dar

7 jul 2026 - 16h13
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Imagem criada por IA de mulher aplicando o adesivo
Imagem criada por IA de mulher aplicando o adesivo
Foto: ChatGPT / Xataka

A vida de quem tem intolerância à lactose não é nada fácil. Antes mesmo de consumir um pedaço de queijo, um sorvete ou qualquer outro alimento que contém leite, muitas pessoas precisam tomar comprimidos de lactase para evitar sintomas como gases, cólicas e inchaço abdominal. Mas está surgindo uma nova tecnologia que pretende tornar esse processo mais simples: um adesivo que libera a enzima pela pele durante até 12 horas. No entanto, embora a proposta tenha deixado muita gente animada, especialistas alertam que ainda faltam estudos clínicos capazes de comprovar sua eficácia e segurança.

Intolerância à lactose: por que o organismo deixa de digerir alimentos com leite?

Conviver com a intolerância à lactose significa lidar com uma dificuldade do organismo em digerir o açúcar presente no leite e em seus derivados. Isso acontece porque o corpo produz pouca ou nenhuma lactase, enzima responsável por quebrar a lactose em moléculas menores para que possam ser absorvidas pelo intestino. Sem essa digestão necessária, a lactose segue para o intestino grosso, onde é fermentada pelas bactérias da microbiota. É esse processo que provoca os sintomas mais conhecidos da condição. Entre os principais sinais da intolerância à lactose estão:

  • Gases;
  • Distensão abdominal;
  • Cólicas;
  • Diarreia;
  • Náuseas;
  • Desconforto após consumir leite e derivados.

A deficiência de lactase pode surgir por diferentes motivos, incluindo fatores genéticos, envelhecimento natural, doenças intestinais ou infecções. Estima-se que ...

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