De menina "idosa" a criança que não envelhece: veja casos médicos
De menina "idosa" a criança que não envelhece: veja casos médicos
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A britânica Hayley Okines, 12 anos, sofre de progéria infantil, rara doença que provoca o rápido envelhecimento. Ficou com alguma dúvida? Leia mais sobre os casos nos links abaixoFoto: Reprodução
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Apesar de ser uma adolescente, a jovem tem estrutura óssea de uma pessoa de 100 anos, sofre de artrite, falta de apetite e toma dois coquetéis de comprimidos todos os diasFoto: Reprodução
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Apesar dos problemas, a menina não desiste e vai à escola todos os dias em East Sussex, na Inglaterra. A vida dela será contada em um documentário que será exibido na TV europeiaFoto: Reprodução
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A britânica Tabitha Stuttard sofre de agenesia do corpo caloso, doença que faz com que ela tenha seu desenvolvimento psicomotor afetado. O problema faz com que ela tenha aversão a tudo que coloque na boca. A criança é alimentada por um tubo que vai até o estômago desde que tinha 6 meses de idadeFoto: O Dia
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Todo os dias, Michelle Philpots tem que conviver com os bilhetinhos de seu marido para deixá-la a par de tudo que acontece com eles. A britânica sofre de um caso raro de amnésia - ela nunca lembra do dia anterior, como no filme Como se Fosse a Primeira VezFoto: Reprodução
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A causa do problema da britânica seriam dois acidentes de carro, em 1985 e em 1990. O caso se desenvolveu e, desde 1994, Michelle não lembra de nada o que aconteceu no dia anteriorFoto: Reprodução
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O marido mostra a Michelle, todos os dias pela manhã, fotos do álbum de casamento dos dois. Esse é o único jeito dela aceitar conversar com eleFoto: Reprodução
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Brooke Greenberg (esq.), 16 anos, ao lado de sua irmã Carly, 13 anos. Cientistas americanos estudam o caso de Brooke, que não envelhece e tem o corpo e comportamento de uma criança pequenaFoto: Reprodução
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A canadense Aleisha Hunter foi curada de câncer de mama quando tinha 3 anos.Foto: Barcroft Media / Getty Images
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Aleisha foi a pessoa mais jovem a ter a doença diagnosticadaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Aleisha Hunter, de Toronto, no Canadá, foi diagnosticada em dezembro de 2008, quando tinha 2 anosFoto: Barcroft Media / Getty Images
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A criança canadense foi curada quando tinha 3 anos e não apresenta mais sinais da doençaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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A mãe de Aleisha, Melanie, foi quem descobriu o caroço no peito da criança, quando a secava depois de um banhoFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Lauren McSheehy e seu pai Andy sofrem de uma das mais raras doenças do planeta, a síndrome da hiperimunoglobulina E, ou síndrome de JóFoto: Barcroft Media / Getty Images
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A síndrome de Jó é similar à aids, diminuindo as defesas do corpo. Os médicos não estavam certos se Andy passaria a doença a seus filhosFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Lauren herdou a síndrome de Jó do pai, mas Louise, sua irmã, não herdouFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Britânica que vive no Canadá tem doença rara na peleFoto: Bancroft Media / Getty Images
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Leslie Anne Jenkins mostra pedaços de sua pele tirados do rostoFoto: Bancroft Media / Getty Images
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Leslie teve que parar de trabalhar após descobrir a doença e, se não receber auxílio do governo, disse que vai aceitar as doações de voluntáriosFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Sem condições de pagar o tratamento, Leslie pediu ajuda ao governo de Canadá, que negou auxílioFoto: Barcroft Media / Getty Images
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A imagem mostra a britânica em 2007, antes de apresentar os sintomas da doençaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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O menino iraquiano Sirwaan Sohran descansa após cirurgia na ÍndiaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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O menino iraquiano sofre de Malformação Aneurismática da Veia de Galeno.Foto: Barcroft Media / Getty Images
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A doença dificulta a circulação de sangue no cérebro de SirwaanFoto: Barcroft Media / Getty Images
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A doença causava a saída de sangue do órgão pelo olho esquerdo do menino iraquiano e inchava a regiãoFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Para salvar a vida do filho, o pai levou Sirwaan até Nova Delhi, na ÍndiaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Segundo o doutor Shakir Hussain, neurologista do hospital, o menino iraquiano passou por diversos exames e os especialistas decidiram fazer uma operação inovadora "ao fazer desvios ou passagens alternativas para o sangue"Foto: Barcroft Media / Getty Images
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A cirurgia de Sirwaan foi realizada na cidade indianaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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A equipe com uma dúzia de médicos demorou cinco horas para realizar a cirurgia no menino iraquiano, que foi considerada um sucessoFoto: Barcroft Media / Getty Images
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O médico Shakir Hussain, ao lado de Sirwaan, participou da cirurgiaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Sohram Jaffer, pai da criança iraquiana, a levou à Índia para a cirurgiaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Menina Charlotte Garside sofre da rara doença chamada nanismo primordial. Ela tem 58 cm de altura e é considerada a menor criança do mundoFoto: Reprodução
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Sarah Reinfelder, 21 anos, ao lado do marido, segura as recém-nascidas Valerie Marie e Kaylin Joy. O caso ocorreu em 2009, quando Sarah, que tem dois úteros, deu à luz duas filhas, gêmeas, mas uma de cada órgãoFoto: AP
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Valerie Marie nasceu do útero maior por ser a de maior comprimento; já o peso foi de apenas 450 gFoto: AP
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Apesar do pouco peso, 450 g, a pequena Valerie Marie passa bem. Ao fundo, a mãe, Sarah Reinfelder, recebe atenção do médicoFoto: AP
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Bethany (esq.) e Megan Shepherd se encontram com a irmã "trigêmea" Ryleigh, que nasceu 11 anos após elasFoto: Barcroft Media / Getty Images
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As três foram concebidas por inseminação artificial, mas, na época, os pais decidiram transferir apenas dois óvulosFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Onze anos depois, felizes com o resultado do tratamento, os pais decidiram transferir o terceiro óvulo, com o aval de Bethany e MeganFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Ryleigh nasceu em novembro, 11 anos depois de Bethany e Megan, saudável e pesando 3,1 kgFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Segundo Helena Corleta, coordenadora do Núcleo de Reprodução Humana do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, não há um limite de tempo para o congelamento de embriões, o que diminui o espanto com o caso da menina britânica. Contudo, Helena afirma que o maior tempo entre o congelamento e a transferência do embrião foi cinco anosFoto: Barcroft Media / Getty Images
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As gêmeas Amber Mae e Lily Rose Locker nasceram em outubro de 2007, mas causaram um susto aos pais e aos médicos poucos meses após o nascimentoFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Os pais descobriram que as gêmeas sofriam de fibrose císticaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Os médicos que tratam de Amber Mae e Lily Rose Locker afirmaram à família que a chance de gêmeas não idênticas sofrerem de fibrose cística é de uma em 1 milhãoFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Além das gêmeas, os pais Vanessa, 26 anos, e Gary, 35 anos, tem outros três filhos: a menina Tayla, 11 anos, e os meninos Charlie, 10 anos, e Vinnie, 4 anosFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Poucas semanas após o nascimento, os pais já notavam que havia algo estranho com Amber Mae e Lily Rose. "Eu já havia tido três crianças e eu soube imediatamente que havia algo errado com as meninas depois de trazê-las para casa. Nenhuma das duas comia facilmente e, quando o faziam, saía muito muco dos pulmões", diz VanessaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Os pais levaram as gêmeas a um hospital, mas os médicos as mandaram de volta para casa. No dia seguinte, Amber parou de respirar e o casal a levou correndo para a emergência. Os médicos se esforçaram por cinco horas para tentar fazer a menina melhorar, mas já achavam o caso perdido - até um padre foi chamadoFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Os pais, em uma última tentativa, a transferiram Amber para o hospital da Universidade de Cambridge, apesar de o bebê poder morrer na ambulânciaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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No dia seguinte, quando Amber já estava em Cambridge, a irmã também parou de respirar e foi levada às pressas para o hospital. Os médicos conseguiram estabilizar o quadro das duas, que estavam com pneumoniaFoto: Barcroft Media / Getty Images
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Hoje com três anos, elas tomam remédios diariamente administrados pelo pai, Gary, e a mãe, Vanessa, incluindo antibióticos para parar infecções desenvolvidas nos pulmões. Além disso, elas fazem fisioterapia três vezes por semana para limpar o muco dos pulmõesFoto: Barcroft Media / Getty Images
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"Elas vão à pré-escola que elas amam, apesar de às vezes não sentirem bem o suficiente e não poderem ir. (...) É provável que elas precisem de um transplante em algum momento, mas nós estamos vivendo cada dia de uma vez", diz a mãe de Amber e LilyFoto: Barcroft Media / Getty Images
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