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Ao sobrevoar a China, os Estados Unidos descobriram uma instalação que os preocupou profundamente

Imagens de satélite revelam a construção de um enorme complexo de fusão a laser na China, que supera em muito a Instalação Nacional de Fusão a Laser (NIF) dos EUA; Essa infraestrutura, localizada em Mianyang, levanta questões sobre seu potencial duplo: energia limpa ilimitada ou avanços em armas nucleares? Esse desenvolvimento está sendo acompanhado de perto pelos Estados Unidos

24 fev 2026 - 10h06
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Foto: Xataka

Imagens de satélite alarmantes

A sombra da corrida armamentista nuclear paira novamente, não na forma de testes subterrâneos, mas através das lentes da pesquisa de fusão nuclear. Imagens de satélite recentes revelam que a China está construindo um complexo de fusão a laser sem precedentes, um desenvolvimento acompanhado de perto pelos serviços de inteligência dos EUA.

Essa instalação, localizada perto da cidade de Mianyang, no sudoeste da China, levanta questões sobre suas potenciais implicações, tanto para a produção de energia limpa quanto para o avanço do arsenal nuclear chinês.

A existência desse projeto, denominado "Laboratório de Dispositivos Principais de Fusão a Laser", foi revelada graças à análise meticulosa de imagens de satélite por especialistas da CNA Corp, uma organização de pesquisa independente dos EUA, em colaboração com o Centro James Martin de Estudos de Não Proliferação (CNS).

Essas imagens mostram uma estrutura imponente com quatro braços externos projetados para abrigar conjuntos de lasers de alta potência, convergindo para um compartimento experimental central. É nessa câmara que os experimentos de fusão ocorrerão, concentrando a energia do laser em isótopos de hidrogênio para desencadear uma reação de fusão nuclear.

A comparação com a Instalação Nacional de Ignição (NIF) dos EUA, na Califórnia, é inevitável. A NIF, que custou US$ 3,5 bilhões (cerca de R$ 18,8 bilhões), alcançou um marco histórico em 2022 ao produzir mais energia a partir de uma reação de ...

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