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A questão não é mais se o preço do diesel continuará subindo, mas se ele ficará caro para sempre

Após trégua temporária entre EUA e Irã, resultante da reabertura parcial do Estreito de Ormuz, os mercados de energia reagiram Levará tempo para que se observe uma diferença significativa nos preços dos combustíveis

20 abr 2026 - 10h11
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Foto: Xataka

Na quarta-feira passada, 8 de abril, o anúncio de um cessar-fogo temporário de duas semanas entre os Estados Unidos e o Irã, condicionado à reabertura parcial do Estreito de Ormuz, provocou uma reação imediata nos mercados de energia. O preço do petróleo Brent caiu 13,77%, a maior queda em nove meses, levando seu preço a mais de US$ 15 abaixo do nível atingido apenas uma semana antes, quando ainda estava acima de US$ 110. Esse choque começa a chegar aos postos de gasolina, embora lentamente.

Por que os preços do petróleo caíram?

A chave está no Estreito de Ormuz. Cerca de 20% do petróleo mundial passa por lá, e o bloqueio imposto desde o início do conflito fez com que os preços do petróleo bruto chegassem a quase US$ 146 o barril em seu pior momento. Com o anúncio de negociações entre os EUA e o Irã para iniciar uma trégua, o preço despencou de US$ 110 para US$ 94 em questão de horas.

Por que demora tanto para o preço da gasolina se refletir?

É aqui que entra em jogo o efeito "foguete e pena". Quando os preços do petróleo sobem, o preço do combustível na bomba reage quase imediatamente; quando caem, a correção ocorre semanas depois. As distribuidoras repassam rapidamente os aumentos nos preços do petróleo bruto porque preveem que o abastecimento ficará mais caro. Mas quando o preço cai, elas alegam ter comprado estoques anteriormente a preços mais altos, então a queda de preço é adiada.

De acordo com a Bloomberg Línea, as variações nos preços da gasolina na Espanha, por exemplo, ...

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