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A guerra não está indo bem para os EUA, então eles têm outra ideia: estabelecer "pedágio" no Estreito de Ormuz e compartilhar receita com o Irã

Apesar de seu potencial, é improvável que o sistema seja aceito a longo prazo pelas potências envolvidas, o que abre caminho para novas tensões

13 abr 2026 - 17h20
(atualizado às 18h29)
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Foto: Xataka

Mais de 20 mil petroleiros cruzam algumas das passagens marítimas mais estreitas do planeta todos os anos, enclaves onde apenas algumas dezenas de quilômetros separam o fluxo constante de energia de um possível colapso global. Nesses pontos, uma única interrupção pode alterar os preços em questão de horas e afetar economias a milhares de quilômetros de distância. É por isso que, durante décadas, esses corredores foram considerados muito mais do que rotas comerciais.

Virada inesperada em Ormuz

Oficialmente, os Estados Unidos entraram no conflito com um objetivo claro: garantir a liberdade de navegação num dos pontos mais críticos do planeta, o Estreito de Ormuz, por onde passa quase um quinto do petróleo e gás do mundo.

No entanto, o resultado foi o oposto do esperado, já que o Irã conseguiu transformar essa passagem em ferramenta de controle econômico e político. Em vez de um corredor aberto, Ormuz tornou-se um sistema condicional, onde o trânsito depende da aceitação de Teerã. Essa mudança representa uma ruptura profunda com décadas de normas internacionais e redefine o equilíbrio estratégico na região.

"Pedágio" iraniano

Com a "pausa" na guerra entre os dois lados, o Irã impôs um modelo informal, porém eficaz, no qual petroleiros devem desviar para sua costa, declarar informações sensíveis e pagar taxas para cruzar o estreito sob supervisão militar.

O processo inclui negociações com intermediários ligados à Guarda Revolucionária e o pagamento de taxas que podem chegar a dois ...

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