O senador José Roberto Arruda disse que Regina Borges sabia que a conversa que tiveram se tratava apenas de uma "consulta" sobre a fragilidade do painel de votação do Senado e não para uma "ordem" de violação do sistema. Ou seja, o que não a obrigava de praticar a fraude, mas sim levantar as possibilidades de o sistema ter seu sigilo quebrado. Segundo Arruda, Regina Borges ficou de buscar informações sobre o assunto, mas não fez qualquer outro contato com ele, além do registrado na noite do dia 28 de junho. Na ocasião, já lhe entregou a lista de votos da sessão que cassou Luiz Estevão.
O relator do Conselho de Ética, saturnino Braga, lembrou a Arruda que a ex-diretora do Prodasen assegurou, em seu depoimento, que apenas "cumpriu uma ordem".
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