A acareação entre os senadores José Roberto Arruda (sem partido- DF) e Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e a ex-diretora do Prodasen, Regina Célia Borges, poderá acontecer na próxima quinta-feira. A data foi sugerida pelo corregedor-geral do Senado, Romeu Tuma (PFL-SP). Ele acredita que a acareação se faz necessária devido a contradições entre os depoimentos de ACM e Arruda. Para Tuma, a principal dúvida é se houve ou não uma ordem para que o painel fosse violado.
Tuma acredita também que, a partir de agora, a grande função dos senadores integrantes do Conselho de Ética é saber até que ponto cada senador participou da violação. "Com isso, poderemos graduar a pena, porque seria injusto colocar toda a culpa em Regina", afirmou Tuma.
O relator Saturnino Braga (PSB-RJ) também acredita que o processo está próximo do fim. Ele afirma que, logo depois da acareação, deverá concluir seu relatório. Também o líder da oposição no Senado, senador José Eduardo Dutra (PT-SE), concorda com a proximidade da conclusão do caso, faltando apenas a acareação.
Já na opinião do senador Lúcio Alcântara (PSDB-CE), agora só falta definir o grau de responsabilidade de cada um e a graduação da pena".
Leia mais:
» Arruda aceita fazer acareação com Regina Borges
» Arruda garante que não houve ordem para violação
» ACM assiste ao depoimento de Arruda em casa
» Arruda diz que agiu por preocupação com segurança
» Tuma sugere acareação na próxima quinta-feira
» Sessão no Senado é cancelada