A jovem inglesa Ellie Wilcock, de 25 anos, começou a sentir fortes e contínuas dores abdômen em 2022, mas acreditou que os sintomas eram de uma infecção urinária. Ao procurar ajuda, ela descobriu que sofria de um avançado câncer de cólon.
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No hospital, os exames para infecção urinária deram negativo, mas os marcadores sanguíneos indicavam algum tipo de inflamação ou doença. A jovem, então, agendou um ultrassom, mas a dor piorou rapidamente, forçando-a a procurar ajuda no pronto-socorro. Os novos exames realizados lá detectaram uma massa desconhecida na parte inferior do abdômen. Os médicos da época suspeitaram que poderia ser um cisto ovariano, mas a biópsia confirmou o câncer.
Para a surpresa de Ellie, a doença já havia se espalhado para o fígado, ovários e peritônio – a membrana que envolve os órgãos no abdômen. O tratamento foi iniciado na sequência do diagnóstico. Ellie foi submetida a cirurgias e sessões de quimioterapia e, em agosto do mesmo ano, ela foi informada de que não havia mais evidências da doença.
O câncer no intestino é o terceiro tipo de câncer mais comum no Reino Unido. Segundo especialistas, as mortes em decorrência da doença deverão aumentar em 2.500 por ano entre agora e 2040. As taxas de câncer, incluindo o de cólon, estão aumentando em pessoas jovens no mundo inteiro.
Os principais sintomas do câncer de intestino são: mudanças incomuns nos hábitos de higiene, como cocô mais macio, diarreia ou prisão de ventre; mudança na frequência da evacuação, sangue nas fezes, dores de barriga, inchaço, perda de peso e fadiga, entre outros. Qualquer pessoa que apresente estes sintomas durante três semanas ou mais é aconselhada a procurar atendimento médico.