Filhas de Virginia Fonseca passam por cirurgia para melhorar sono e respiração

Entenda quando a retirada das amígdalas é indicada, quais são os benefícios da cirurgia e como ela pode melhorar o sono e a respiração

4 ago 2026 - 11h58
Resumo
Virginia Fonseca revelou que suas filhas passaram por cirurgia para retirar amígdalas e adenoides devido a problemas respiratórios e sono. O procedimento, indicado apenas em casos específicos, pode melhorar a respiração, reduzir roncos e trazer benefícios para o crescimento e qualidade de vida das crianças. O acompanhamento médico é essencial. 🛌✨

A influenciadora Virginia Fonseca contou nas redes sociais que as filhas Maria Alice, de 5 anos, e Maria Flor, de 3, passaram por uma cirurgia para retirada das amígdalas e das adenoides.

Entenda a cirurgia da retirada das amígdalas
Entenda a cirurgia da retirada das amígdalas
Foto: Reprodução/Instagram / Saúde em Dia

Segundo ela, as meninas apresentavam aumento dessas estruturas, o que provocava roncos durante a noite e prejudicava o sono.

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O caso despertou dúvidas entre muitos pais. Afinal, o que muda na saúde das crianças após a retirada das amígdalas?

Embora o procedimento seja comum, ele só é recomendado em situações específicas, após avaliação de um médico otorrinolaringologista.

Quando a retirada das amígdalas é indicada?

Atualmente, a cirurgia não é realizada de forma preventiva, como acontecia no passado.

Ela costuma ser indicada quando as amígdalas ou as adenoides provocam problemas importantes para a saúde da criança. Entre as principais situações estão:

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  • Amigdalites de repetição.
  • Roncos intensos durante o sono.
  • Apneia do sono.
  • Dificuldade para respirar pelo nariz.
  • Alterações no crescimento e no desenvolvimento causadas pela má qualidade do sono.
  • Dificuldade para engolir devido ao tamanho das amígdalas.

Nesses casos, o procedimento pode trazer benefícios importantes para a saúde e para o bem-estar infantil.

Como a cirurgia melhora a qualidade de vida?

Quando as amígdalas e as adenoides aumentam de tamanho, elas podem bloquear parcialmente a passagem do ar, principalmente durante o sono.

Isso faz com que a criança ronque, acorde diversas vezes durante a noite e tenha um descanso pouco reparador.

Após a cirurgia, muitos pacientes apresentam:

  • Respiração mais livre.
  • Redução ou desaparecimento dos roncos.
  • Melhora da apneia do sono.
  • Sono mais profundo.
  • Mais disposição durante o dia.
  • Melhor rendimento escolar e concentração.

Dormir melhor também favorece o crescimento, já que a liberação do hormônio do crescimento acontece principalmente durante o sono profundo.

A imunidade fica mais fraca?

Essa é uma das maiores preocupações dos pais.

Na prática, a retirada das amígdalas não costuma prejudicar o sistema imunológico.

Embora essas estruturas participem da defesa do organismo na infância, existem diversos outros tecidos responsáveis pela proteção contra vírus e bactérias.

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Além disso, quando as amígdalas permanecem constantemente inflamadas, elas deixam de exercer adequadamente sua função de defesa e passam a representar um foco frequente de infecção.

Como é a recuperação?

A recuperação costuma durar entre sete e 14 dias.

Durante esse período, é comum a criança sentir dor para engolir, principalmente nos primeiros dias. Por isso, a alimentação deve ser adaptada.

Os médicos costumam orientar:

  • Boa hidratação.
  • Alimentos frios ou gelados.
  • Refeições macias.
  • Uso correto dos medicamentos prescritos.
  • Repouso durante os primeiros dias.

Também é importante evitar atividades físicas até a liberação médica.

Nem toda criança precisa operar

Mesmo quando há aumento das amígdalas, a cirurgia nem sempre é necessária.

A decisão depende da intensidade dos sintomas, da frequência das infecções e do impacto na respiração, no sono e na qualidade de vida da criança.

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Por isso, diante de roncos persistentes, dificuldade para respirar, amigdalites frequentes ou suspeita de apneia do sono, a recomendação é procurar um otorrinolaringologista.

A avaliação individual é essencial para definir se a retirada das amígdalas é realmente o melhor tratamento.

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