Entenda o que é TDA, transtorno que Ana Castela foi diagnosticada

12 mar 2026 - 13h11
(atualizado às 13h12)
Ana Castela revelou diagnóstico de TDA
Ana Castela revelou diagnóstico de TDA
Foto: Reprodução/Instagram

A cantora Ana Castela, de 22 anos, revelou recentemente que recebeu o diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) após passar por avaliação médica. A artista compartilhou a descoberta com seguidores nas redes sociais e explicou que, diferentemente do que muitos pensaram, ela não foi diagnosticada com TDAH, condição que inclui hiperatividade, mas apenas com o déficit de atenção.

Segundo a cantora, entender o diagnóstico ajudou a explicar comportamentos e dificuldades que já percebia no dia a dia, especialmente relacionados à concentração e organização.

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"Acabei de sair da consulta e eu vou te falar: agora a minha vida fez sentido, agora eu entendi tudo já", afirmou a sertaneja.

O que é o TDA?

O Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) é uma condição neurobiológica caracterizada principalmente por dificuldades de atenção e concentração. Pessoas com o transtorno costumam ter maior dificuldade para manter o foco em atividades, organizar tarefas e administrar o tempo.

Embora muitas vezes seja associado ao TDAH, o TDA é considerado uma forma do transtorno em que não há presença significativa de hiperatividade ou impulsividade. Ou seja, o principal desafio está ligado à atenção.

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Entre os sinais mais comuns do TDA estão:

  • dificuldade em manter a atenção por longos períodos;
  • distração frequente com estímulos externos;
  • esquecimentos constantes;
  • dificuldade para organizar tarefas e compromissos;
  • problemas para concluir atividades iniciadas.

Esses sintomas podem interferir em diferentes áreas da vida, como estudos, trabalho e relações sociais, especialmente quando não são identificados ou tratados.

Diferença entre TDA e TDAH

Apesar das siglas parecidas, existe uma distinção importante:

TDA: predominância de desatenção, sem hiperatividade significativa.

TDAH: inclui desatenção associada à hiperatividade e impulsividade.

Atualmente, muitos especialistas consideram o TDA como uma apresentação predominantemente desatenta dentro do espectro do TDAH, o que explica por que as duas siglas são frequentemente confundidas.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito por profissionais de saúde, geralmente psiquiatras, neurologistas ou neuropsicólogos, a partir da avaliação do histórico do paciente e da presença de sintomas persistentes em diferentes contextos da vida.

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O tratamento pode incluir:

  • acompanhamento psicológico ou psicoterapia;
  • estratégias de organização e manejo da rotina;
  • em alguns casos, uso de medicamentos prescritos por especialistas.
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