A maior mosca do mundo – Gauromydas herói- é capaz de atingir até 7 centímetros, quase o tamanho de um beija-flor. E tem origem brasileira. Sua aparência engana à primeira vista, já que lembra muito uma vespa caçadora.
Foto: João Salvador / iNaturalist
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Além de imitar o zumbido desses insetos, apresenta corpo escuro com reflexos metálicos, asas opacas em tons que vão do alaranjado ao esbranquiçado e antenas alongadas, geralmente com extremidades alaranjadas. Essa semelhança não é por acaso, mas sim uma estratégia de defesa contra predadores.
Foto: Sirlei R Rocha / iNaturalist
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A espécie é endêmica do Brasil, encontrada com mais frequência nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, embora também registrada em outras áreas. Suas larvas se desenvolvem em formigueiros de saúvas, onde permanecem até emergirem como adultos.
Foto: Paulo Henrique da Silva / iNaturalist
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Em março de 2025, pesquisadores acharam em Novas Gales do Sul, na Austrália, o fóssil de uma espécie até então desconhecida de mosca-serra. O inseto fossilizado pode ter até 15 milhões de anos. No mínimo 11 milhões.
Foto: Reprodução da Universidade de Canberra
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O principal valor do achado é que ele auxilia nos estudos sobre a evolução de moscas que existem hoje em dia. A mosca-serra fossilizada ganhou dos pesquisadores o nome de Baladi Warru, em referência aos aborígenes Wiradjuri, que viveram no local em que o fóssil foi encontrado.
Foto: Reprodução da Universidade de Canberra
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As moscas, especialmente a mosca doméstica (Musca domestica), são insetos dípteros (possuem apenas um par de asas) que convivem intimamente com os seres humanos há milênios.
Foto: Sandeep Handa por Pixabay
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“Tem uma mosca na minha comida”. Essa clássica frase sobre um dos insetos mais comuns que existem pode representar muito mais do que parece.